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A renda média mensal da população brasileira atingiu R$ 3.367 em 2025, o maior valor da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), iniciada em 2012. Segundo o IBGE, o resultado representa um crescimento de 5,4% em relação a 2024 e consolida quatro anos consecutivos de expansão.
O rendimento médio mensal habitualmente recebido de todos os trabalhos foi estimado em R$ 3.560, alta de 5,7% em relação ao ano anterior. Em comparação com 2019, o crescimento acumulado chegou a 11,1%.
Do total de 212,7 milhões de residentes no Brasil em 2025, 67,2% tinham algum tipo de rendimento, equivalente a 143 milhões de pessoas. A Região Sul registrou a maior proporção (70,9%), enquanto Norte (60,6%) e Nordeste (64,4%) apresentaram os menores percentuais.
A massa de rendimento mensal real de todos os trabalhos alcançou R$ 361,7 bilhões em 2025, com crescimento de 7,5% frente a 2024. Os 10% da população com maior rendimento domiciliar per capita concentravam 40,3% da massa total, enquanto os 40% com menores rendimentos receberam, em média, 13,8 vezes menos.
Entre as outras fontes de rendimento, aposentadorias e pensões representaram a principal categoria, atingindo 13,8% da população. Programas sociais beneficiaram 9,1% dos residentes, com destaque para Nordeste (15,8%) e Norte (13,7%).
O rendimento médio mensal real domiciliar per capita atingiu R$ 2.264 em 2025, recorde da série. A região Sul liderou (R$ 2.734), seguida por Centro-Oeste (R$ 2.712) e Sudeste (R$ 2.669).
Em 2025, 47,8% da população tinha rendimento do trabalho, enquanto 27,1% recebiam de outras fontes, como aposentadorias e programas sociais. Dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social indicam que 88,2% das vagas de emprego foram preenchidas por cadastrados no CadÚnico.
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