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O segundo dia do 14º Congresso Nacional de Pesquisa do Feijão (Conafe 2026), realizado nesta quinta-feira (28/5), na Cidade Administrativa de Minas Gerais, em Belo Horizonte, discutiu temas como melhoramento genético, controle da mosca branca e patologia de sementes.
De acordo com a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais, três painéis marcaram a programação. O primeiro abordou “Melhoramento Genético – aspectos disruptivos”, com participação do pesquisador Alisson Chiarato, do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), e da pesquisadora Isabella Mendonça, do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR).
Alisson destacou a atuação do IAC em diversos estados brasileiros, enquanto Isabella ressaltou a busca por cultivares com atributos agronômicos, tecnológicos e culinários. O professor Juan Osorno, da University of North Dakota, apresentou experiências de melhoramento genético nos EUA.
Mosca branca e vazio sanitário
No painel sobre mosca branca, a pesquisadora Eliane Dias Quintela, da Embrapa Arroz e Feijão, abordou os avanços no controle do inseto, responsável pela transmissão do mosaico dourado, virose que afeta o feijoeiro. Frederico Quirino, da Planeje – Projetos Agropecuários, discutiu o impacto do vazio sanitário na produção.
O último painel tratou de fitopatologia e patologia de sementes, com participação de pesquisadores da EPAMIG, Fundação de Amparo à Pesquisa do Distrito Federal e Universidade Federal de Lavras (UFLA). Os debates incluíram temas como bioinsumos e fertilizantes biológicos.
O Conafe 2026 termina nesta sexta-feira (29/5) com atividades das 9h às 16h. O evento é organizado pela EPAMIG, com apoio da Embrapa Arroz e Feijão e patrocínio de empresas como Bayer, Crescent Seeds e Syngenta.
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