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UFMG autoriza missões internacionais de professores na Europa e América do Sul

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Três professores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) foram autorizados a se afastar do país para atividades de pesquisa e cooperação internacional na Alemanha, Itália, Holanda e Suriname. As viagens ocorrerão entre junho e agosto de 2026. As portarias que formalizam a decisão foram publicadas na edição de 6 de junho do Diário Oficial da União (DOU).

A autorização foi concedida pelo reitor Alessandro Fernandes Moreira, com base em competências delegadas pelo Ministério da Educação (MEC). As resoluções definem os períodos de ausência, as instituições de destino e a natureza dos custos das viagens, que são realizadas com diferentes modalidades de custeio, como ônus limitado ou financiamento por fundações de apoio à pesquisa.

O professor Fabricio Rodrigues dos Santos, do Instituto de Ciências Biológicas (ICB), viajará para Paramaribo, no Suriname, entre 23 e 28 de junho de 2026, para um workshop. Conforme informações do jornal O Tempo, o afastamento ocorre com ônus limitado, o que significa que a UFMG não arcará com as despesas de passagens e diárias, mantendo apenas o vencimento do servidor.

Na área jurídica, a professora Maria Rosaria Barbato, da Faculdade de Direito, fará um intercâmbio na Universitá Di Roma Mercatorum, na Itália. O período de afastamento será o mais extenso, de 20 de junho a 12 de agosto de 2026. Assim como no caso anterior, a viagem da docente foi autorizada na modalidade de ônus limitado para a universidade.

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Detalhes dos Afastamentos Autorizados

A professora Patrícia Maria Kauark Leite, do Instituto de Estudos Avançados Transdisciplinares (IEAT), realizará um roteiro de cooperação internacional em múltiplas instituições europeias. Entre 17 de junho e 5 de julho de 2026, ela visitará centros na Alemanha, como o Zukunftskolleg e o Heidelberg Center for Ibero-American Studies, e participará de uma conferência na Universidade de Utrecht, na Holanda.

O afastamento de Patrícia Leite foi autorizado em caráter excepcional e com ônus para a Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (Fundep). A entidade, de direito privado que apoia projetos da UFMG, será a responsável pelo custeio das despesas da docente durante o período, diferentemente dos outros dois casos, que não terão custos de viagem para a universidade.

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