Espírito Santo e Minas Gerais lideram crescimento de receitas correntes no 1º bimestre

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Espírito Santo e Minas Gerais lideram crescimento de receitas correntes no 1º bimestre

De acordo com dados do Tesouro Nacional, Espírito Santo e Minas Gerais registraram os maiores crescimentos percentuais em receitas correntes no primeiro bimestre de 2026 em comparação ao mesmo período de 2025. Em contraste, Rio de Janeiro (-5%) e Alagoas (-3%) apresentaram os menores índices.

No mesmo período, Mato Grosso do Sul (27%) e Rio de Janeiro (20%) tiveram os maiores aumentos em despesas correntes, enquanto Roraima (-6%), Pará (-4%) e Goiás (-3%) reduziram seus gastos. Os dados constam no Relatório Resumido de Execução Orçamentária (RREO) em Foco, divulgado pelo Tesouro Nacional.

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Onze dos 27 estados apresentaram crescimento de receitas superior ao de despesas. Maranhão (12%) e Piauí (8%) lideraram em investimentos, enquanto Rondônia, Rio Grande do Sul e Amapá tiveram os menores percentuais aplicados nessa área.

As despesas com pessoal representaram a maior parcela dos gastos correntes, com destaque para Mato Grosso do Sul (76%), Rio Grande do Norte (66%) e Rio Grande do Sul (64%). Piauí (30%) e Amapá (33%) registraram os menores índices.

Despesas por função

Distrito Federal (23%), Acre (22%) e Paraná (22%) foram os estados com maior proporção de gastos em educação. Já Rio de Janeiro e Alagoas (8%) tiveram os menores investimentos na área.

Em saúde, Tocantins (25%) e Amapá (21%) lideraram, enquanto Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Norte (6%) registraram os menores percentuais. Minas Gerais (23%), Roraima e Rondônia (17%) destacaram-se em segurança pública.

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RAP e dívida consolidada

Distrito Federal (77%) e Pernambuco (76%) liquidaram os maiores percentuais de Restos a Pagar (RAP). Amapá (3%) e Roraima (21%) apresentaram os menores índices. Rondônia (64%), Piauí (11%) e Paraná (4%) tiveram os maiores aumentos em dívida consolidada.

O RREO em Foco é uma publicação bimestral que consolida dados orçamentários dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além do Ministério Público e Defensoria Pública, com base no Sistema de Informações Contábeis e Fiscais (Siconfi).

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