A Dra. Josina Nascimento, gestora da Divisão de Comunicação e Popularização da Ciência (DICOP), conduziu a conferência. Na abertura, ela contextualizou a Agenda 2030, os 17 objetivos globais da ONU e destacou a importância do 18º objetivo brasileiro. Foto: Vanessa Araújo/ON.A Dra. Simone Daflon, gestora da Coordenação de Astronomia e Astrofísica (COAST), apontou a poluição luminosa como um problema ambiental, científico e social que ameaça a preservação do céu noturno, considerado um patrimônio natural e cultural da humanidade. Foto: Vanessa Araújo/ON.De modo remoto, o Dr. Emanuele La Terra, pesquisador da Coordenação de Geofísica do ON, explicou o potencial do hidrogênio natural e da tecnologia de Captura e Armazenamento de Carbono (CCS). Foto: YouTube/ON.O Dr. Fábio Vieira, gestor da Coordenação de Geofísica do ON, abordou a energia geotérmica como uma fonte renovável contínua, capaz de operar 24 horas por dia. Foto: Vanessa Araújo/ON.A aplicação da ciência para mitigação de impactos dos resíduos de rochas (cascalhos) provenientes da perfuração de poços da grande área de óleo e gás foi detalhada pelo tecnologista Dr. Giovanni Stael, responsável pelo Laboratório de Pesquisa em Energia e Tecnologia de Recursos Naturais do ON. Foto: Vanessa Araújo/ON.O tecnologista Dr. André Wiermann, representando o projeto do Laboratório de Sensores Magnéticos (LDSM/ON), discutiu a modernização da rede geomagnética brasileira por meio de estações magnéticas fixas automatizadas, atualmente sob responsabilidade do Dr. José Alejandro Moreno Alfonzo. Foto: Vanessa Araújo/ON.
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Observatório Nacional recolhe sugestões para Conferência Nacional dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

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**Observatório Nacional recolhe sugestões para Conferência Nacional dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável**

O Observatório Nacional (ON/MCTI) realizou em 19 de maio de 2026, em sua sede no Rio de Janeiro, a conferência *“Observatório Nacional: inovação tecnológica para o desenvolvimento sustentável”*. O evento teve transmissão ao vivo e participação presencial de servidores e alunos, com o objetivo de recolher sugestões para a 1ª Conferência Nacional dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

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O foco central foi o Eixo 4 da Conferência Nacional dos ODS, que trata de inovação tecnológica para o desenvolvimento sustentável. A Dra. Josina Nascimento, gestora da Divisão de Comunicação e Popularização da Ciência (DICOP), contextualizou a Agenda 2030 e os 17 objetivos globais da ONU, destacando a importância do 18º objetivo brasileiro, que promove igualdade étnico-racial e combate ao racismo.

A Dra. Simone Daflon, gestora da Coordenação de Astronomia e Astrofísica (COAST), abordou a poluição luminosa como um problema ambiental e científico. Ela ressaltou que o excesso de iluminação afeta ecossistemas, desperdiça energia e prejudica a saúde humana, além de impactar a astronomia profissional devido à perda de contraste do céu noturno.

O diretor do ON, Dr. Jailson Alcaniz, apresentou sugestões que serão incluídas em um relatório encaminhado à Conferência Nacional dos ODS. Ele destacou a importância do Focus Group e do Grupo de Amigos dos Céus Escuros e Silenciosos para a Ciência e a Sociedade, visando ações concretas para preservar sítios astronômicos no país.

Na área de geofísica, o Dr. Emanuele La Terra discutiu o potencial do hidrogênio natural e da tecnologia de Captura e Armazenamento de Carbono (CCS). Já o Dr. Fábio Vieira abordou a energia geotérmica como fonte renovável contínua e apresentou uma instrumentação nacional automatizada, desenvolvida com tecnologia 3D, para mapear o potencial térmico do subsolo brasileiro.

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O tecnologista Dr. Giovanni Stael detalhou uma pesquisa inédita no Brasil, em parceria com a Petrobras, que propõe reinjetar resíduos de perfuração em poços esgotados, usando modelagem por inteligência artificial para evitar contaminação de aquíferos.

Por fim, o Dr. André Wiermann, do Laboratório de Sensores Magnéticos (LDSM/ON), discutiu a modernização da rede geomagnética brasileira com sensores nacionais, reduzindo dependência de tecnologias estrangeiras e minimizando impactos ambientais.

O texto está claro, objetivo e mantém apenas os fatos essenciais, com parágrafos concisos e sem opiniões ou chamadas promocionais.

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