A Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) enviou 14 propostas ao Ministério da Educação (MEC) em 18 de maio. As propostas visam a reformulação de cursos de graduação existentes e a criação de novas ofertas acadêmicas. Esta iniciativa responde a um chamado do MEC para o fomento de “Universidades Inovadoras”.
O objetivo é alinhar a graduação às demandas do mercado, com foco em inclusão, acesso e tecnologia. A reitora da UFTM, Marinalva Vieira Barbosa, e a Pró-reitora de Ensino, Patrícia Vieira, anunciaram a ação. Elas destacaram o engajamento da comunidade acadêmica no processo.
A mobilização envolveu a direção de institutos, coordenadores de cursos e departamentos. O desenvolvimento das propostas foi impulsionado por um diálogo prévio com Eduardo Cezari. Ele é coordenador-geral de Ensino e Planejamento Acadêmico do Ministério da Educação.
Cezari esteve na universidade para debater as diretrizes da iniciativa. As 14 propostas enviadas ao MEC representam um esforço conjunto e descentralizado da universidade. Elas abrangem diversas áreas do conhecimento.
A distribuição das propostas entre os institutos da UFTM ocorreu da seguinte forma: o ICAEBI apresentou 5 propostas, o ICTE submeteu 3 propostas, e o ICENE também enviou 3 propostas. O IELACHS contribuiu com 2 propostas, e o ICBN apresentou 1 proposta.
Os projetos submetidos pela UFTM foram elaborados com base em três eixos centrais. Estes eixos foram estabelecidos para a inovação no ensino superior. Eles incluem a transformação, que se refere à reformulação curricular, a ampliação do acesso e a integração de tecnologias.
De acordo com a UFTM, o objetivo institucional é repensar a universidade. A intenção é que ela se torne mais inclusiva e transformadora. Para isso, a universidade prioriza políticas eficientes de ocupação de vagas e permanência estudantil.
A UFTM também busca uma formação de excelência alinhada às necessidades do mercado de trabalho. A reitoria informou que a fase atual é de planejamento estratégico. A universidade aguarda o retorno oficial do MEC após esta submissão.
Este retorno permitirá iniciar diálogos e negociações orçamentárias e estruturais. Estas negociações definirão a expansão e a implementação dos cursos nos próximos ciclos acadêmicos. Mais informações podem ser encontradas no site da UFTM.
