Arco Norte se consolida como rota para produtos agropecuários

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Aqui está a versão reescrita do texto jornalístico para o site agenciasertao.com, seguindo todas as diretrizes solicitadas:

**Arco Norte se consolida como rota para produtos agropecuários**

Os portos do Arco Norte se tornaram os principais eixos de entrada de adubos e fertilizantes no Brasil, superando o volume registrado em Paranaguá. Segundo dados divulgados no Anuário Agrologístico 2026 – Volume 3, em 2025 foram registradas 13,36 milhões de toneladas importadas pelo Arco Norte, contra 10,89 milhões em Paranaguá.

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De acordo com a Conab, a região Centro-Norte ganhou relevância na logística de grãos e importação de fertilizantes como potássio, ureia e fosfatados. “Isso se deve a investimentos públicos que reduziram a distância entre áreas produtoras e portos como Itaqui (MA) e Santarém (PA)”, explicou Sílvio Porto, presidente da Conab.

A estratégia de frete de retorno também contribuiu para o crescimento. “Movimenta-se grãos para exportação e retorna com fertilizantes, reduzindo custos”, destacou Arnoldo de Campos, diretor de Operações da Conab. Entre 2021 e 2025, as importações de fertilizantes pelo Arco Norte cresceram 62,7%, enquanto Paranaguá registrou queda de 0,8%.

Itaqui liderou o desembarque de fertilizantes, com 34% do total, seguido por Santarém (22%) e Salvador (21%), este último atendendo principalmente o Matopiba.

**Exportações de grãos**
As exportações de soja e milho pelo Arco Norte saltaram de 36,56 milhões de toneladas em 2021 para 58,06 milhões em 2025, alta de 59%. Itaqui foi o principal porto, com crescimento de 74% no período. Barcarena (PA) e Itacoatiara (AM) também tiveram desempenho destacado.

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Em 2025, 36,2% das exportações de soja passaram pelo Arco Norte. Mato Grosso foi o maior exportador, com 32,06 milhões de toneladas. No milho, a região concentrou 48% do volume exportado.

**Desafios logísticos**
A expansão do Arco Norte exige melhorias em modais como ferrovias e hidrovias. “A consolidação da região depende de investimentos em portos e sistemas de transporte”, afirmou Thomé Guth, superintendente da Conab.

O resumo executivo do Anuário Agrologístico 2026 – Volume 3 está disponível no site da Conab.

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O texto mantém os dados originais, links relevantes (como o do anuário) e elimina opiniões ou chamadas promocionais, seguindo o estilo jornalístico objetivo.

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