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MDS e FAO lançam Prêmio Brasil que Alimenta

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O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) lançaram o Prêmio Brasil que Alimenta. A premiação ocorreu durante a cerimônia dos 20 anos do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan), em Brasília.

De acordo com o MDS, o prêmio visa reconhecer iniciativas da sociedade civil que contribuem para o combate à fome e a promoção da segurança alimentar e nutricional. O edital estará disponível nos próximos dias.

O ministro Wellington Dias destacou a redução da miséria e da pobreza no país. “Reduzimos a miséria e a pobreza ao mais baixo patamar, também houve a redução da desigualdade”, afirmou.

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Segundo Valéria Burity, secretária de Combate à Pobreza e à Fome do MDS, a saída do Brasil do Mapa da Fome foi resultado do trabalho conjunto entre governo e sociedade civil. “Organizações sociais tiveram papel fundamental”, disse.

Modalidades e categorias

A premiação terá duas modalidades: financeira e honorífica. Serão premiadas 40 iniciativas, divididas em quatro categorias temáticas:

  • Categoria 1 – Redes Comunitárias, Solidariedade e Proteção Social;
  • Categoria 2 – Produção e Abastecimento – Agroecologia, Agricultura Familiar e Produção;
  • Categoria 3 – Promoção do Direito Humano à Alimentação Adequada e Fortalecimento do Sisan;
  • Categoria 4 – Justiça Social e Equidade.

Podem se inscrever organizações de atuação territorial, com ou sem constituição jurídica, organizações da sociedade civil e instituições de educação, ciência e conhecimento.

Jorge Meza, representante da FAO no Brasil, afirmou que as experiências brasileiras podem ser compartilhadas com outros países. “É uma satisfação para a FAO apoiar o ministério nesse esforço”, destacou.

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Iniciativas estratégicas

O prêmio busca reconhecer experiências que garantam acesso à alimentação adequada e fortaleçam redes de solidariedade. A sociedade civil tem papel estratégico na formulação e monitoramento de políticas públicas.

A iniciativa está alinhada ao Plano Brasil Sem Fome e ao III Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (III Plansan), que incorporam mobilização social e articulação territorial.

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