Divulgação/PBH
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PBH intensifica prevenção à dengue antes da temporada de chuvas em Belo Horizonte

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A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) mantém ações de combate ao mosquito Aedes aegypti durante o inverno, visando reduzir a transmissão de dengue, zika e chikungunya. O trabalho ocorre antes do período chuvoso e do aumento das temperaturas, quando há maior risco de proliferação do mosquito.

Os ovos do Aedes aegypti podem permanecer viáveis por meses em locais secos, aguardando condições de umidade e calor para eclodir. Por essa razão, a PBH executa um conjunto de ações preventivas contínuas na cidade.

Essas ações incluem vistorias em imóveis, mutirões de limpeza, monitoramento constante, orientação aos moradores e aplicação de inseticidas quando necessário. O objetivo é eliminar os focos do mosquito em todas as estações do ano.

De acordo com o secretário municipal de Saúde, Miguel Duarte, “A Prefeitura mantém os trabalhos de prevenção durante todo o ano, independentemente do número de casos. São ações que envolvem vistorias nos imóveis, mutirões de limpeza, orientações para a população e aplicação de inseticidas”.

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Em 2026, os Agentes de Combate a Endemias realizaram mais de 1,6 milhão de vistorias em imóveis. Durante essas visitas, foram identificados e eliminados possíveis criadouros do mosquito, além de orientar os moradores sobre medidas preventivas.

Quando apropriado, biolarvicidas são aplicados para impedir o desenvolvimento das larvas do mosquito. Esta medida complementa as ações de eliminação de focos e vistorias domiciliares realizadas pelos agentes.

Outra estratégia utilizada é a aplicação de inseticida a Ultra Baixo Volume (UBV) em áreas com suspeita de transmissão local. Neste ano, essa técnica já alcançou aproximadamente 6 mil imóveis, contribuindo para interromper a circulação de mosquitos adultos.

A cidade de Belo Horizonte possui mais de 1,7 mil ovitrampas, que são armadilhas para monitorar a presença do Aedes aegypti. Esses equipamentos permitem direcionar as ações preventivas para as regiões com maior necessidade.

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Em 2026, foram realizadas cerca de 15 mil visitas para acompanhamento das ovitrampas. O monitoramento contínuo auxilia na identificação de áreas de risco e na tomada de decisões para o controle do mosquito.

A mobilização para o combate ao Aedes aegypti também se estende às ruas. Em parceria com a Superintendência de Limpeza Urbana (SLU), a Prefeitura promoveu 122 mutirões de limpeza.

Esses mutirões recolheram mais de 216 mil quilos de resíduos em mais de 23 mil imóveis, eliminando materiais que poderiam servir como criadouros do mosquito. A ação visa a limpeza de espaços públicos e privados.

A subsecretária de Promoção e Vigilância à Saúde, Thaysa Drummond, reforça a importância da colaboração: “Em todas essas ações, contamos muito com o apoio da população. Tanto para receber o Agente de Combate a Endemias em casa e manter os quintais limpos e livres de objetos que possam acumular água, como também denunciar situações que possam favorecer a proliferação do mosquito”.

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A participação da população é considerada fundamental para a proteção de Belo Horizonte. Solicitações de vistorias e denúncias podem ser feitas pelo Portal de Serviços da Prefeitura ou pelo aplicativo BH SIM.

Cenário da doença

Até o momento, Belo Horizonte registrou 1.415 casos confirmados de dengue e 51 casos de chikungunya em 2026. Não houve confirmação de casos de zika na cidade.

A Prefeitura reforça que a eliminação de qualquer recipiente que possa acumular água é a medida mais eficaz para evitar a proliferação do Aedes aegypti e proteger a população. A prevenção é contínua.

Mais informações sobre as formas de combater o Aedes aegypti podem ser conferidas no portal da PBH.

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