Os jogos escolares da Escola Municipal Solar Rubi, na regional Barreiro, tiveram início na segunda-feira (13). A edição de 2026 do evento, com o tema Copa do Mundo, envolve 32 turmas do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental. O encerramento da competição está previsto para esta sexta-feira (16), com uma volta no entorno da escola e entrega de medalhas.
A iniciativa visa estimular a atividade física, o trabalho em equipe, o respeito aos adversários, a disciplina e o foco. Além disso, busca promover o sentimento de pertencimento à instituição de ensino.
A abertura dos jogos contou com um desfile dos participantes dentro da escola. As apresentações destacaram aspectos culturais dos países representados e elementos da Copa do Mundo. A produção dos figurinos, as apresentações de dança e a escolha das músicas foram realizadas pelos alunos.
Igor Faria Campos, professor e organizador do projeto, afirmou que a abertura indicou uma semana de animação. “A cada ano os alunos se superam. Conversando com outros professores, ficamos espantados com a criatividade deles. Não esperávamos que extrapolassem tanto, no bom sentido. Este ano fomos surpreendidos pelo envolvimento de todos”, declarou.
Esta é a 12ª edição dos jogos escolares da Solar Rubi, que a cada ano adota temas distintos. Em 2026, as modalidades incluem futsal, futevôlei, handebol, vôlei, salto em altura, arremesso de peso e corrida de revezamento.
Gincanas de conhecimento geral, como um quiz no estilo “soletrando”, também fazem parte da programação. Ao final, a escola realizará uma corrida de rua no entorno da instituição, buscando integrar os alunos com os moradores e a comunidade local.
Embora o foco principal seja o esporte, o aprendizado continua nas salas de aula. Os professores oferecem suporte logístico e direcionamento de ideias, permitindo que a criatividade dos estudantes seja valorizada.
Igor Faria Campos explicou a intenção da corrida de rua. “Fazemos esse projeto da corrida de rua buscando uma finalização, como nas Olimpíadas, pensando na maratona”, disse. “Mas a ideia é também envolver a comunidade em que os estudantes vivem. Muitas vezes, eles estão correndo e encontram um vizinho ou um conhecido na rua. O objetivo é trazer esse envolvimento com o ambiente deles”, concluiu.
