O Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG) implementou o projeto Banco Vermelho em diversos campi durante agosto e início de setembro. Esta iniciativa visa a conscientização e o enfrentamento da violência contra as mulheres e do feminicídio.
A ação integra a Política de Prevenção e Enfrentamento do Assédio e da Discriminação do IFMG. O objetivo é mobilizar as unidades da instituição durante o Agosto Lilás, mês dedicado à conscientização sobre a violência contra a mulher.
O Banco Vermelho funciona como um marco permanente de memória e conscientização nos espaços institucionais. A proposta busca estimular o diálogo sobre as diversas formas de violência e divulgar informações e canais de apoio.
Além disso, a iniciativa visa fortalecer na comunidade acadêmica uma cultura de respeito, acolhimento, prevenção e enfrentamento. As ações envolveram estudantes, professores, técnicos, gestores e convidados em atividades educativas e culturais.
No Campus Governador Valadares, o Banco Vermelho foi inaugurado em 31 de agosto. Esta atividade encerrou a programação do mês dedicada ao enfrentamento da violência contra a mulher, conforme informações do IFMG.
O banco foi montado e recebeu uma composição visual produzida coletivamente por estudantes do campus. Eles participaram da montagem, pintura e aplicação dos elementos gráficos e marcas da campanha.
A professora de Artes Kênia Faria Brant coordenou o trabalho. Ela é integrante da Comissão da II Semana de Combate à Violência contra a Mulher. A produção do banco aproximou os estudantes da pauta.
A inauguração contou com a presença de estudantes, servidores e integrantes da Direção de Ensino. A iniciativa reforça a importância de discutir a violência contra a mulher no ambiente educacional.
O Campus Ouro Preto inaugurou o Banco Vermelho em 2 de setembro. Participaram representantes da Direção-Geral, do Núcleo de Estudos de Gênero e Diversidade (Neged), da Diretoria de Pesquisa, Inovação e Pós-Graduação e da Pró-Reitoria de Gestão com Pessoas, segundo o IFMG.
Durante a atividade, o diretor-geral do campus, Reginato Fernandes, abordou a transformação do perfil da comunidade acadêmica. Ele destacou a crescente presença feminina e a necessidade de mudanças nas relações e na cultura institucional.
A professora Elke Pena, representando o Neged, mencionou iniciativas históricas do campus. Ela citou a primeira Jornada Contra a Violência de Gênero, realizada em 2017, relacionada aos direitos das mulheres.
A pró-reitora de Gestão com Pessoas, Heloísa Cristina Pereira, enfatizou o caráter educativo do Banco Vermelho. Ela ressaltou seu papel em uma instituição que forma jovens, conforme informações do IFMG.
No Campus Betim, a inauguração do Banco Vermelho ocorreu em 29 de agosto. A ação fez parte da programação especial da Semana de Combate à Violência contra a Mulher, de acordo com o IFMG.
O banco foi confeccionado no próprio campus, com a participação de estudantes do curso técnico integrado em Mecânica. Os professores Vinicius Maia e Aline Arruda, e o técnico de laboratório Felipe Santos, também colaboraram.
A programação utilizou diferentes linguagens para abordar o tema. O projeto “Rap é Compromisso” realizou uma apresentação musical durante a inauguração. Em seguida, houve a peça teatral “Peixes”.
O espetáculo “Peixes”, solo escrito, dirigido e interpretado por Ana Regis, aborda a violência doméstica. A peça propõe uma reflexão sobre situações vivenciadas por mulheres em contextos de violência.
Em Santa Luzia, o Banco Vermelho foi integrado ao espaço institucional. Ele serve como símbolo de conscientização e enfrentamento à violência contra a mulher, conforme informações do IFMG.
A ação faz parte das atividades do Agosto Lilás. O objetivo é chamar a atenção da comunidade acadêmica para a questão da violência, estimulando a reflexão, a informação e a mudança de atitudes.
No Campus Formiga, as ações do Agosto Lilás envolveram estudantes dos cursos técnicos integrados ao ensino médio. Foram realizadas atividades de diálogo e conscientização sobre violência contra a mulher, segundo o IFMG.
Nos dias 18 e 21 de agosto, ocorreram rodas de conversa com policiais militares. Eles abordaram temas relacionados à prevenção e ao enfrentamento da violência. Em 24 de agosto, a assistente social Ana Flávia Melilo, do Campus Conselheiro Lafaiete, conduziu uma atividade.
A atividade de Ana Flávia Melilo focou na Lei Maria da Penha, suas atualizações e dados sobre a violência contra a mulher no Brasil. Na mesma data, o Banco Vermelho foi apresentado como parte das ações do Plano Institucional.
A iniciativa reforça a importância da informação para reconhecer situações de violência. Ela busca desconstruir comportamentos e contribuir para a construção de ambientes mais seguros e acolhedores, conforme o IFMG.
No Campus Ibirité, o Banco Vermelho foi apresentado à comunidade acadêmica em 21 de agosto. A instalação ocorreu no primeiro andar da unidade, como ação de conscientização e prevenção ao feminicídio e à violência contra a mulher, conforme o IFMG.
A programação incluiu uma palestra para servidores, colaboradores, estagiários e bolsistas. Mônica Nascimento Barros e Cláudia Rezende conduziram o encontro, abordando a prevenção ao assédio e à discriminação.
O encontro também tratou do enfrentamento à violência contra a mulher. A iniciativa visa promover um ambiente mais seguro e consciente dentro do campus, de acordo com o IFMG.
No Campus Piumhi, a ação do Banco Vermelho conta com a participação de professores das áreas de Filosofia e Língua Portuguesa. A proposta é desenvolver atividades de reflexão e conscientização sobre a violência contra a mulher, segundo o IFMG.
A iniciativa integra as ações de enfrentamento promovidas pelo IFMG. O objetivo é engajar a comunidade acadêmica na discussão e prevenção da violência de gênero, conforme informações da instituição.
