Duas funcionárias de uma escola em Oklahoma, nos Estados Unidos, foram demitidas e acusadas de agredir dois estudantes, de 5 e 10 anos, em incidentes distintos. Os casos ocorreram na Elgin Elementary School e, de acordo com o jornal O Tempo, ambas aguardam julgamento agendado para o dia 20 de maio.
O primeiro caso foi reportado em 8 de janeiro pelo diretor da instituição, Gabe Winn. Ele acionou as autoridades após Elizabeth Kay Sutton, de 38 anos, ter supostamente agarrado um menino de 10 anos. Imagens de câmeras de segurança mostram a auxiliar de professora forçando o estudante a se sentar e o golpeando no rosto.
A professora do menino notou uma marca vermelha em seu rosto após ele retornar do almoço. Em depoimento à polícia, Sutton, que tinha cinco meses de experiência na função, justificou que o menino “tinha sido difícil desde que voltou após o intervalo”. Ela alegou ter usado uma técnica de contenção, mas disse que nunca teve intenção de machucar o estudante. Sutton foi presa e declarou-se inocente.
Segundo caso
Meses depois, em 13 de março, Ottoria McClung, de 37 anos, assistente de cuidados pessoais na mesma escola, foi flagrada arrastando um menino de 5 anos em um “mata-leão” pelo corredor. Testemunhas relataram que o rosto da criança estava vermelho e que o menino chorava e batia no braço da funcionária durante o episódio.
Uma testemunha informou à polícia que a funcionária dizia que “não conseguia lidar com aquilo” enquanto carregava o menino. McClung foi presa após as alegações. Sutton e McClung foram formalmente acusadas de agressão e lesão corporal contra estudante no Tribunal Distrital do Condado de Comanche, em Elgin.
O superintendente Nate Meraz emitiu uma declaração após os dois incidentes, afirmando que “todas as autoridades apropriadas foram notificadas imediatamente”. Meraz garantiu aos pais que “todos os funcionários devem passar por uma verificação de antecedentes e referências profissionais são consultadas antes da contratação”.
O superintendente ainda afirmou que outros profissionais que prejudicarem estudantes serão demitidos. “Estamos aqui para educar crianças em um ambiente seguro”, completou Meraz na declaração oficial.
