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História do multiartista JoCa Milucanô e do Ponto de Cultura Sagarana em Minas Gerais

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No Vale do Urucuia, noroeste de Minas Gerais, o Ponto de Cultura Sagarana tem transformado vidas através da arte e da tradição sertaneja. Um dos exemplos é a trajetória do multiartista João Carlos Freitas da Silva, conhecido como JoCa Milucanô, que descobriu sua vocação no espaço aos 12 anos.

De acordo com informações do Ministério da Cultura, JoCa teve seu primeiro contato com o Ponto de Cultura Sagarana em uma visita escolar no distrito de Arinos. Encantado pelas oficinas de marcenaria e pela relação com o Cerrado, ele passou a integrar o projeto, que fortalece a cultura local desde 2011.

“Lembro que fiquei encantado com o que o meu mestre de marcenaria fazia, o cuidado e a relação com as coisas do Cerrado, o respeito à natureza”, recorda JoCa, hoje poeta, ceramista e produtor cultural. Ele também integra o Conselho Estadual de Cultura de Minas Gerais.

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Impacto na comunidade

O Ponto de Cultura Sagarana surgiu de iniciativas comunitárias, como oficinas de artesanato e rodas culturais. Ao longo de 15 anos, tornou-se referência no município, atendendo jovens e adultos. “Aqui a gente descobriu que a cultura pode abrir caminhos”, afirma JoCa.

Em agosto de 2023, o projeto foi certificado como Ponto de Cultura pelo Ministério da Cultura. Gerido pela Associação Cresertão, o espaço também é reconhecido como Centro de Referência em Tecnologias Sociais do Sertão.

Participação na Teia Nacional

JoCa e o Ponto de Cultura Sagarana participarão da 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura, entre 19 e 24 de maio de 2026, em Aracruz (ES). O evento reunirá agentes culturais de todo o país com o tema “Pontos de Cultura pela Justiça Climática”.

Atualmente, o Brasil possui mais de 15,5 mil Pontos de Cultura certificados, segundo o Ministério da Cultura. Essas iniciativas promovem desde oficinas artísticas até a preservação de festas populares e identidades locais.

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