Foto: Divulgação Estácio
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Exame gratuito de português para refugiados e migrantes em BH

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Neste sábado, 20 de junho, o Instituto Yduqs e a organização Educação Sem Fronteiras promoverão um mutirão nacional para aplicar a prova de proficiência em Língua Portuguesa a refugiados e imigrantes. A ação, que ocorre no Dia Mundial do Refugiado, utilizará a estrutura das instituições Estácio e Wyden em 16 estados, representando mais que o dobro da cobertura geográfica da edição anterior do evento.

Ao todo, 94 candidatos realizarão a avaliação após concluírem um curso preparatório de 48 horas baseado na metodologia de Português como Língua de Acolhimento. O certificado obtido é reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC) e serve como documento oficial para processos de naturalização junto à Polícia Federal, além de facilitar o acesso ao mercado de trabalho formal e a continuidade dos estudos no Brasil.

De acordo com informações do jornal O Tempo, em Minas Gerais, o exame será aplicado no campus da Estácio em Venda Nova, localizado em Belo Horizonte. O mutirão também alcançará capitais e cidades do interior em estados como Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo e no Distrito Federal.

Segundo a presidente do Instituto Yduqs, Cláudia Romano, “a certificação funciona como uma ferramenta de autonomia para quem precisou recomeçar a vida longe do país de origem”. A validação da competência linguística é vista como um passo fundamental para a integração e independência dos participantes que buscam reconstruir suas vidas no país, oferecendo um caminho para novas oportunidades profissionais e educacionais.

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Adriano Abdo, CEO da Educação Sem Fronteiras, complementa que o projeto foi desenhado para garantir caminhos de pertencimento. “Mais do que oferecer aulas, estamos construindo pontes. Para os alunos aprovados, este certificado representa uma conquista decisiva, pois abre a possibilidade de avançar no processo de naturalização brasileira. Temos convicção de que a naturalização virá pelo esforço e pelo mérito de cada estudante”, afirma Abdo.

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