Aulas em escolas de BH e região são suspensas devido à falta de água

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Escolas das redes estadual e municipal de Belo Horizonte e da Região Metropolitana tiveram o funcionamento alterado nesta quarta-feira (6). A interrupção no abastecimento de água, causada pela queda de uma égua em uma adutora, levou à suspensão de aulas e ao ajuste de atividades em diversas unidades de ensino, além de impactar serviços públicos de saúde e assistência social.

“A Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG) informa que algumas escolas da rede estadual na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) foram afetadas pela instabilidade no fornecimento de água. Em alguns casos, foram contratados caminhões-pipa para garantir a continuidade das aulas e, em outros, as atividades foram suspensas nesta quarta-feira (6/5).”

Conforme a SEE/MG, as Superintendências Regionais de Ensino monitoram o cenário junto às direções das escolas. A pasta afirmou que “As escolas que, eventualmente, tiverem as aulas suspensas, terão as atividades repostas posteriormente, conforme orienta o Calendário Escolar 2025, cumprindo os 200 dias letivos previstos na legislação”, garantindo a reposição para os alunos afetados pela paralisação.

De acordo com informações do jornal O Tempo, o desabastecimento no âmbito municipal também exigiu medidas. Unidades parceiras da educação infantil suspenderam as atividades e, nas escolas da rede própria, o contraturno foi cancelado nesta quarta-feira (6). Entre as ações adotadas pela prefeitura estão a compra de galões de água e a solicitação de caminhões-pipa para as unidades.

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O município informou que os casos são pontuais e estão sendo contabilizados. Em nota, a prefeitura esclareceu: “As atividades suspensas são aquelas complementares do ensino integral. Os alunos tiveram aula pela manhã, mas as atividades da tarde, do contraturno, foram suspensas”. As aulas regulares do turno da tarde, no entanto, foram mantidas nas escolas da rede própria.

Outros serviços também foram afetados

A área da saúde também foi atingida. A Secretaria Municipal de Saúde informou ter acionado um protocolo de contingência, explicando que “Algumas unidades de saúde solicitaram o reforço de caminhões pipa e, embora não haja fechamento de unidades até o momento, alguns serviços específicos foram temporariamente suspensos”. Os hospitais Dr. Célio de Castro e Odilon Behrens têm reservas de água para dois e três dias.

A Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos informou que, até o momento, não houve necessidade de suspender integralmente as atividades de seus equipamentos ou serviços. A pasta continua monitorando o abastecimento das unidades e comunicou que, caso seja necessário, alguns atendimentos específicos poderão ser interrompidos de forma temporária para se adequar à situação do fornecimento de água.

Segundo relato de uma mãe de aluno ao jornal O Tempo, uma escola particular na região da Pampulha também dispensou os estudantes. “Hoje pela parte da manhã fui surpreendida com uma mensagem da coordenação de que, devido à falta de água na região, não haveria aula no turno da tarde. Já no turno pela manhã, soube que os alunos foram dispensados”, disse a mãe.

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