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Governo do Brasil apresenta projetos de agroecologia e segurança alimentar

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O Governo do Brasil apresentou projetos para fortalecer redes de agroecologia e segurança alimentar durante a 3ª Reunião Plenária do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), em Brasília. De acordo com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), R$ 2,4 bilhões foram investidos em políticas de segurança alimentar e sistemas alimentares entre 2023 e 2025.

A diretora do BNDES, Teresa Campelo, afirmou que a segurança alimentar é um “direcionador estratégico” para o banco, integrando temas como soberania, biodiversidade e mitigação climática. Segundo ela, os investimentos priorizam inclusão socioprodutiva e meio ambiente, alinhando produção de alimentos com preservação florestal.

Expansão do Ecoforte e Bioinsumos

O programa Ecoforte será ampliado com a inclusão de quatro novas redes de agroecologia no Rio de Janeiro, Espírito Santo e Piauí, eliminando a fila de espera. O BNDES também lançou a segunda etapa do BNDES Bioinsumos, com R$ 40 milhões para cooperativas e associações de agricultores familiares.

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De acordo com a ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Fernanda Machiaveli, a regulamentação da lei de bioinsumos permitirá que agricultores produzam em suas próprias unidades, fortalecendo a agricultura familiar.

Integração Institucional e Entregas Territoriais

O novo presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Silvio Porto, destacou o papel da entidade na execução de políticas públicas. A ministra Machiaveli afirmou que o governo está acelerando as entregas nos territórios rurais para impactar diretamente a vida das pessoas.

Kelli Mafort, secretária Nacional de Diálogos Sociais, ressaltou a importância da participação social na elaboração dos projetos e o diálogo entre instituições e movimentos sociais.

Projetos

Foram apresentados projetos como o Amazônia na Escola, com R$ 332 milhões para agricultura familiar e nutrição de 1 milhão de crianças na região norte. O Sertão Vivo destina R$ 1 bilhão para resiliência climática e produção de alimentos no semiárido, beneficiando 1 milhão de pessoas. O Naturezas Quilombolas apoia gestão territorial em 40 territórios quilombolas na Amazônia.

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