Divulgação/PBH
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Sarau Ser EJA comemora talentos de estudantes em Belo Horizonte

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A Escola Municipal Caio Líbano Soares realizará a 13ª edição do Sarau Ser EJA nesta terça-feira (15), às 19h40. O evento, aberto ao público, reunirá estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA) para apresentações de dança, canto e poesia.

A atividade visa promover a arte como um espaço de expressão, encontro e valorização de diversas histórias de vida. A participação é gratuita e não requer inscrição prévia, sendo aberta a todos os interessados.

A 13ª edição do Sarau Ser EJA ocorrerá no auditório do 4º andar da Secretaria Municipal de Educação (Smed). O endereço é Rua Carangola, 288, no Bairro Santo Antônio, em Belo Horizonte.

Realizado desde 2019, o sarau se estabeleceu como um momento de celebração das trajetórias e dos talentos dos estudantes. A comunidade escolar tem a oportunidade de compartilhar experiências e descobrir diferentes formas de expressão.

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Isso inclui manifestações por meio da música, literatura, dança, teatro e artes visuais. O evento busca integrar os participantes e o público em geral.

O nome “Ser EJA” é um trocadilho com a palavra “cereja”, em referência à expressão “cereja do bolo”. Segundo Gleidston Alis, professor da escola e um dos idealizadores, a escolha reflete a importância do evento.

Ele destaca que o sarau se tornou um dos momentos mais aguardados pelos estudantes da EJA. A iniciativa busca valorizar a produção artística e cultural dos alunos.

Para Rodrigo Martins, coordenador pedagógico da escola, o sarau também representa uma oportunidade de convivência e de construção de vínculos. “Por ser um momento de apresentação artística, todo mundo sai com aquele sentimento de querer mais, querer ter mais um momento”, afirma.

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A história do Sarau Ser EJA abrange um período significativo para a Educação e a convivência social. Mesmo durante a pandemia de covid-19, quando as atividades presenciais foram suspensas, o projeto teve continuidade.

Ao longo de dois anos, foram realizados três saraus online, mantendo o vínculo entre estudantes e a comunidade escolar. Essa adaptação permitiu a continuidade das atividades culturais.

De acordo com informações da Prefeitura de Belo Horizonte, a iniciativa demonstrou resiliência e capacidade de adaptação. “Fazer um sarau online foi muito interessante. As pessoas estavam precisando muito de conversar, de conviver”, relembra Rodrigo Martins.

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