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	<title>Arquivo de UFU - Agência MG</title>
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	<description>Notícias de Minas Gerais</description>
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	<title>Arquivo de UFU - Agência MG</title>
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		<title>Universidade Federal de Uberlândia (UFU) abre edital para mestrado em Ciências Sociais</title>
		<link>https://agenciamg.com.br/2026/05/29/mestrado-ufu/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação AgênciaMG]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 21:02:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Concursos]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[UFU]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>UFU abre edital para mestrado em Ciências Sociais com 21 vagas regulares e 11 especiais. Inscrições de 1º a 25 de junho de 2026.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Universidade Federal de Uberlândia (PPCS/UFU) divulgou o edital para o processo seletivo de mestrado acadêmico. O ingresso está previsto para o primeiro semestre de 2027. São oferecidas 21 vagas para alunos regulares e 11 para alunos especiais.</p>
<p>Há reserva de vagas para ações afirmativas e para pessoas sob políticas humanitárias. As inscrições ocorrerão entre os dias 1º e 25 de junho de 2026. O procedimento deve ser realizado exclusivamente pelo <a href="https://www.portalselecao.ufu.br/servicos/Edital/cronograma/1797" target="_blank" rel="noopener">Portal da Seleção da UFU</a>.</p>
<p>A taxa de inscrição é de R$120. Candidatos inscritos no CadÚnico ou em situação de baixa renda podem solicitar isenção. Para os alunos regulares, as 21 vagas são distribuídas da seguinte forma: 15 para ampla concorrência, 4 para candidatos pretos, pardos e indígenas.</p>
<p>Uma vaga é destinada a pessoas com deficiência e uma vaga adicional para pessoas em situação de refúgio, asilo político ou outras políticas humanitárias. Para alunos especiais, as 11 vagas são distribuídas nas mesmas modalidades mencionadas.</p>
<p>O processo seletivo será dividido em três etapas. As duas primeiras são eliminatórias e a última é classificatória. A primeira etapa consiste em uma prova escrita, agendada para 2 de agosto de 2026, no campus Santa Mônica da UFU.</p>
<p>De acordo com a UFU, os candidatos aprovados na prova escrita passarão pela avaliação do projeto de pesquisa. A etapa final será a análise do Currículo Lattes. Segundo o edital, os candidatos precisam alcançar no mínimo 70 pontos nas etapas eliminatórias para prosseguir no processo.</p>
<p>O resultado final do processo seletivo está previsto para o dia 3 de novembro de 2026. Entre os documentos exigidos para a inscrição estão diploma ou declaração de conclusão da graduação e Currículo Lattes atualizado.</p>
<p>Também é necessário apresentar um projeto de pesquisa sem identificação do candidato, além de documentos pessoais e comprovantes acadêmicos. Os aprovados no mestrado deverão apresentar certificado de proficiência em língua estrangeira ao longo do curso.</p>
<p>São aceitos exames de inglês, espanhol, francês e italiano. Para mais informações, o edital completo do certame pode ser acessado no <a href="https://www.portalselecao.ufu.br/servicos/Edital/cronograma/1797" target="_blank" rel="noopener">Portal da Seleção da UFU</a> ou na página do <a href="https://www.portalselecao.ufu.br/servicos/Edital/cronograma/1797" target="_blank" rel="noopener">Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais</a>.</p>
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		<title>Orquestra Popular do Cerrado se apresenta no Festival Timbre Instrumental no Sesc Uberlândia</title>
		<link>https://agenciamg.com.br/2026/05/29/festival-timbre-instrumental/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação AgênciaMG]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 21:02:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[UFU]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Festival Timbre Instrumental em Uberlândia terá apresentação gratuita da Orquestra Popular do Cerrado com repertório de jazz e participações especiais.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Sesc Uberlândia sedia, nos dias 30 e 31 de maio, a partir das 15h, o Festival Timbre Instrumental. O evento inclui a apresentação gratuita da Orquestra Popular do Cerrado (OPC), que subirá ao palco com um repertório específico para o festival e participações de músicos convidados.</p>
<p>A Orquestra Popular do Cerrado já colaborou com o festival em 2021. Naquela ocasião, o grupo participou de uma apresentação gravada e transmitida pelo YouTube, durante o período de retomada pós-pandemia.</p>
<p>De acordo com Alexandre Teixeira, professor da UFU e músico da OPC, a participação do grupo foi fundamental para a continuidade do festival naquele momento. &#8220;Essa ligação vem do ano de 2021 quando a OPC fez um show para o festival e era uma época de saída da pandemia e a gente não estava podendo fazer show presencial. No entanto, nós gravamos um show que foi apresentado no YouTube e ajudou a manter o Festival Timbre Instrumental vivo naquela ocasião&#8221;, afirmou.</p>
<p>Para a edição atual, a orquestra preparou um repertório focado em grandes formações instrumentais de jazz. Teixeira explicou que esta abordagem difere das adaptações que o grupo costuma realizar.</p>
<p>&#8220;O repertório da OPC tem muitas adaptações de música popular brasileira, que são compostas para grupos pequenos. No entanto, nós quisemos preparar para este festival um repertório realmente escrito para um grupo grande de jazz com sessões completas de metais&#8221;, detalhou o professor da UFU.</p>
<p>As músicas a serem apresentadas incluem &#8220;Impressions&#8221;, um clássico do jazz. Haverá também uma homenagem a Michael Jackson com uma versão de &#8220;I Want You Back&#8221;. Uma obra do compositor brasileiro Hudson Miller, escrita originalmente para Big Band, também fará parte do repertório.</p>
<p>A apresentação contará com a participação especial do saxofonista Diego Caobé e do pianista Renato Ravi. O maestro destacou a importância dessas colaborações para o público presente.</p>
<p>&#8220;Eu acho que a grande surpresa que a OPC prepara para o público será a participação de dois grandes músicos. Um deles é o saxofonista Diego Caobé, figura tarimbada no meio musical e artístico de Uberlândia. Também teremos a participação do professor Renato Ravi Kef, que é professor de piano no curso de música da UFU e um especialista em música brasileira e improvisação&#8221;, ressaltou o maestro.</p>
<p>Além da proposta musical, Teixeira enfatizou o caráter formativo da orquestra. O grupo é composto principalmente por estudantes, com a participação de professores e outros músicos.</p>
<p>&#8220;A OPC é um grupo formado majoritariamente por estudantes com a participação de três professores. Então, para nós, professores de música, é uma oportunidade ímpar poder tocar junto com os alunos e oferecer a eles a experiência de um grande palco, o que é uma experiência muito necessária para os estudantes de música&#8221;, concluiu Teixeira.</p>
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		<title>Baixa umidade, queimadas e poluição intensificam problemas respiratórios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação AgênciaMG]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 18:06:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[UFU]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>**</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O período seco no Cerrado levanta um alerta para a saúde pública. A baixa umidade relativa do ar, o aumento de queimadas e a concentração de poluentes na atmosfera contribuem para o desenvolvimento de doenças respiratórias. Crianças, idosos e pessoas com comorbidades são os grupos mais afetados.</p>
<p>De acordo com a UFU, o professor Rildo Costa, do Instituto de Geografia, Geociências e Saúde Coletiva da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), explica que o Cerrado possui duas estações climáticas bem definidas: seca e chuvosa. &#8220;No papel, estamos no outono, mas, na prática, nossa região funciona de forma diferente&#8221;, afirma.</p>
<p>Ele detalha que o período seco ocorre aproximadamente de abril ou maio até setembro ou outubro. Já o período chuvoso se estende entre outubro e março. O pesquisador ressalta que o período seco é uma característica natural do Cerrado.</p>
<p>No entanto, as emergências climáticas intensificam seus efeitos. Em 2025, Uberlândia registrou cerca de 135 dias consecutivos sem chuva. O clima seco não causa diretamente doenças respiratórias, mas potencializa quadros já existentes, como rinite e sinusite.</p>
<p>Isso ocorre devido à combinação de baixa umidade do ar e aumento do material particulado na atmosfera. &#8220;Sem chuva, a poeira e a fuligem permanecem suspensas no ar por mais tempo&#8221;, explica Costa. Quando a umidade relativa fica muito baixa, as vias respiratórias perdem lubrificação, facilitando irritações e sangramentos.</p>
<p>Atualmente, a umidade relativa do ar na região varia entre 35% e 40%. Contudo, pode atingir índices próximos de 15% entre agosto e setembro. O percentual considerado ideal para o organismo humano é em torno de 60%.</p>
<p>O pesquisador destaca que crianças e idosos sofrem mais neste período devido à maior vulnerabilidade fisiológica. Crianças ainda estão com o sistema imunológico em desenvolvimento, enquanto idosos podem apresentar doenças pré-existentes que se agravam com a poluição e o clima seco.</p>
<h2>Queimadas aumentam internações</h2>
<p>As queimadas urbanas e rurais representam um dos principais fatores de agravamento dos problemas respiratórios na região. Segundo o docente, além de incêndios em áreas rurais, a prática de colocar fogo em terrenos baldios e resíduos sólidos ainda é comum.</p>
<p>&#8220;Esse material particulado é inalado pela população e contribui para o agravamento das doenças respiratórias&#8221;, ressalta. O professor coordena uma pesquisa em Ituiutaba que relaciona queimadas e internações hospitalares.</p>
<p>O estudo analisa dados climáticos, registros de incêndios atendidos pelo Corpo de Bombeiros e internações por problemas respiratórios. Os resultados preliminares apontam um aumento entre 20% e 30% nas internações durante períodos com maior ocorrência de queimadas.</p>
<p>Aproximadamente 70% dos casos registrados envolvem idosos. As queimadas liberam partículas que irritam as vias aéreas, agravando condições como asma e bronquite. A fumaça também pode causar inflamação e reduzir a capacidade pulmonar.</p>
<h2>Populações vulneráveis sofrem mais impactos</h2>
<p>Segundo o pesquisador, os impactos do clima seco não atingem toda a população da mesma forma. Moradores de áreas periféricas costumam enfrentar condições mais desfavoráveis. Isso se deve à falta de arborização, ventilação adequada, proximidade com terrenos baldios e áreas suscetíveis a queimadas.</p>
<p>&#8220;Quem vive em casas com pouca circulação de ar, menos áreas verdes e infraestrutura inadequada, tende a sofrer mais&#8221;, afirma o professor. Ele também explica que as ondas de calor, cada vez mais intensas devido às emergências climáticas, não afetam todas as pessoas da mesma forma.</p>
<p>Enquanto quem possui maior poder aquisitivo consegue buscar conforto em ambientes climatizados e no uso de ar-condicionado e umidificadores, populações vulneráveis enfrentam mais dificuldades para suportar as temperaturas extremas. A falta de recursos impede o acesso a soluções que amenizam o calor e a baixa umidade.</p>
<p>O professor explica como amenizar a situação: &#8220;A arborização urbana é importante, porque a árvore não é só uma questão de estética. Ela vai filtrar o ar e vai gerar uma umidade relativa do ar um pouco melhor. Ela vai combater ondas de calor no sentido de amenizar as temperaturas de ondas de calor na cidade.&#8221;</p>
<p>Ele conclui: &#8220;Então, por exemplo, quase todos os municípios têm políticas de arborização urbana, mas são poucos que realmente funcionam, e isso ajuda a população a enfrentar esse período seco.&#8221; A implementação efetiva dessas políticas pode reduzir os impactos negativos na saúde pública.</p>
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		<item>
		<title>Podcast Café com Bit da UFU retoma produção</title>
		<link>https://agenciamg.com.br/2026/05/29/cafe-com-bit/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação AgênciaMG]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 13:03:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[UFU]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projeto Café com Bit da UFU retoma atividades para discutir ciência e tecnologia de forma acessível, aproximando a sociedade da produção acadêmica.</p>
<p>O post <a href="https://agenciamg.com.br/2026/05/29/cafe-com-bit/">Podcast Café com Bit da UFU retoma produção</a> apareceu primeiro em <a href="https://agenciamg.com.br">Agência MG</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto de extensão Café com Bit, da Faculdade de Computação da Universidade Federal de Uberlândia (Facom/UFU), retomou suas atividades. O objetivo é discutir temas de ciência e tecnologia de forma acessível, aproximando a sociedade da produção acadêmica.</p>
<p>Murilo Alves Beppler, estudante de Ciências da Computação e integrante do projeto, observa que a linguagem da computação pode ser complexa para o público geral. O podcast é coordenado pelo professor Paulo Henrique Ribeiro Gabriel.</p>
<p>Além de Beppler, participam da produção os estudantes Kaike de Morais Carvalho (Ciência da Computação) e Lucas Gabriel dos Reis França (Sistemas de Informação). O projeto realiza entrevistas em formato de videocast.</p>
<p>Os convidados incluem professores, pesquisadores, pós-graduandos e profissionais do mercado. O Café com Bit explora ideias, carreiras e possibilidades no campo da tecnologia.</p>
<h2>Início e Retomada do Projeto</h2>
<p>O Café com Bit foi criado durante a pandemia de covid-19 por Ribeiro e pelos professores Rodrigo Sanches Miani e Henrique Coelho Fernandes. Segundo Ribeiro, a época foi &#8220;bastante tumultuada pra ciência&#8221;.</p>
<p>A proposta inicial visava divulgar as pesquisas da faculdade para os próprios estudantes. Ribeiro notou que &#8220;tinha aluno que chegava no fim do curso e não sabia o que cada professor fazia&#8221;.</p>
<p>Na primeira fase do projeto, cerca de 20 entrevistas foram realizadas e publicadas. Os episódios eram gravados remotamente e disponibilizados no YouTube, com docentes da Facom, pesquisadores de outras universidades e profissionais do mercado.</p>
<p>A retomada ocorreu após o interesse de estudantes da graduação em dar continuidade ao projeto. Beppler procurou Ribeiro para reativar o podcast, e a dinâmica de produção foi organizada com maior protagonismo dos alunos.</p>
<p>Beppler afirma que conversou &#8220;exatamente sobre ter um papel mais proativo dos alunos, de serem os entrevistadores, conseguirem editar e controlar o Instagram&#8221;. O projeto também recebeu uma nova identidade visual, desenvolvida pela estudante de Design da UFU Mariana Martins.</p>
<h2>Desafios da Divulgação Científica</h2>
<p>Na nova fase, o Café com Bit já publicou um episódio e tem três em produção. Os temas abordados incluem inteligência artificial, neurociência, processamento de imagens e trajetórias acadêmicas em computação.</p>
<p>Entre os convidados estão os professores Murilo Carneiro e Daniel Abdala, as pesquisadoras Roxanne Silva Julia, Beatriz Borges e Giovanna Oliveira Martins, e Ferdinando Kun e Lucas Montanheiro, da empresa UberHub.</p>
<p>Um dos objetivos dos alunos é apresentar conteúdos técnicos de forma compreensível para pessoas fora da área da computação. De acordo com Beppler, essa preocupação está presente na elaboração das entrevistas.</p>
<p>Beppler explica: &#8220;Eu sempre tento, no meu roteiro, pensar quais palavras podem ser mais difíceis, que alguém pode se perder. Eu paro na hora ali com o entrevistado e peço pra fazer analogias ou explicar de uma maneira mais acessível&#8221;.</p>
<p>Ribeiro destaca que a divulgação científica é importante para a formação do senso crítico da população, especialmente com a circulação de informações sobre tecnologia. Ele exemplifica: &#8220;Com tanta coisa sendo falada sobre a inteligência artificial, é importante saber o que é isso e como é usado&#8221;.</p>
<p>A representatividade feminina na computação é outra questão que pode ser abordada pelo projeto. Ribeiro observa, referindo-se às entrevistadas de um episódio: &#8220;Elas estão trabalhando com ciência e trabalhando com computação, que é uma área masculinizada pela própria quantidade de professores e homens nela&#8221;.</p>
<p>Na UFU, projetos como o Café com Bit, o <a href="https://www.youtube.com/watch?v=kYZe5NIsGG8&amp;list=PLdW7K0sT0ux-DeQJJbC3IFOzJZOseM1Aw" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Café na Química</a> (do Instituto de Química) e o <a href="https://open.spotify.com/show/5DcAFQhER3S1xFVsYLfuc9?si=d81c917b0e2d4b90" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ciência ao Pé do Ouvido</a> (da Divisão de Divulgação Científica) exploram novas formas de comunicar ciência.</p>
<p>Ribeiro ressalta que essas iniciativas aproximam a sociedade da universidade pública e do trabalho dos pesquisadores. Ele completa: &#8220;A partir do momento que a sociedade conhece o que a gente faz, ela entende o que pode estar motivando algumas questões e talvez participe mais dessa cobrança&#8221;.</p>
<p>Os episódios são publicados mensalmente no <a href="https://www.youtube.com/@Caf%C3%A9comBit" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Canal Café com Bit</a> no YouTube. Conteúdos e atualizações também são divulgados pelo <a href="https://www.instagram.com/cafecombit/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram oficial do projeto</a>.</p>
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		<item>
		<title>UFU abre inscrições para mestrado acadêmico em Biologia Vegetal</title>
		<link>https://agenciamg.com.br/2026/05/28/ufu-pos-graduacao-biologia-vegetal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação AgênciaMG]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 15:02:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Concursos]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[UFU]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>UFU abre processo seletivo para Pós-Graduação em Biologia Vegetal (PPGBV) com vagas para Mestrado Acadêmico. Inscrições de 25 de junho a 6 de julho.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade Federal de Uberlândia (UFU) abriu processo seletivo para o Programa de Pós-Graduação em Biologia Vegetal (PPGBV), vinculado ao Instituto de Biologia (Inbio). O ingresso dos selecionados está previsto para o segundo semestre de 2026. O edital contempla vagas para Mestrado Acadêmico, nas modalidades regular e especial.</p>
<p>As inscrições para o processo seletivo estarão disponíveis a partir de 25 de junho. De acordo com a UFU, o programa oferece oportunidades para candidatos interessados em aprofundar seus estudos na área de biologia vegetal. O edital detalha os requisitos e o cronograma completo para os interessados.</p>
<p>Para o mestrado regular, são oferecidas 10 vagas de ampla concorrência. Adicionalmente, há três vagas destinadas a candidatos pretos, pardos e indígenas, uma vaga para pessoas com deficiência e uma vaga para pessoas sob políticas humanitárias. Estas vagas visam promover a inclusão e a diversidade no programa.</p>
<p>No modelo especial, são disponibilizadas sete vagas de ampla concorrência. Duas vagas são para pretos, pardos e indígenas, uma para pessoas com deficiência e uma para pessoas sob políticas humanitárias. A UFU busca, com estas cotas, ampliar o acesso de diferentes grupos ao ensino de pós-graduação.</p>
<p>A inscrição deve ser realizada por meio do <a href="mailto:processoseletivo_ppgbioveg@inbio.ufu.br" target="_blank" rel="noopener">e-mail</a>, no período de 25 de junho a 6 de julho. Os candidatos regulares aprovados deverão comprovar proficiência em língua inglesa até o sexto mês após a matrícula, mediante apresentação de certificado válido. As vagas são para as linhas de pesquisa do programa, detalhadas no Anexo I do <a href="https://ppgbv.inbio.ufu.br/sites/ppgbv.ib.ufu.br/files//media/document//sei_7304881_edital_1.pdf" target="_blank" rel="noopener">edital</a>.</p>
<h2>Etapas de Avaliação e Resultados</h2>
<p>A avaliação dos candidatos será dividida em duas etapas. A primeira consiste em uma prova escrita, que será aplicada de maneira remota no dia 9 de julho. Esta fase inicial tem caráter eliminatório e classificatório, selecionando os candidatos que avançarão para a próxima etapa do processo.</p>
<p>Os candidatos aprovados na prova escrita terão seus currículos analisados na segunda etapa do processo seletivo. Esta análise curricular considerará a trajetória acadêmica e profissional dos participantes. O resultado final da seleção será divulgado em 24 de julho, no site oficial do Programa de Pós-Graduação.</p>
<p>A distribuição completa das vagas, assim como o edital contendo todas as informações sobre inscrições, documentação necessária e critérios de seleção, estão disponíveis para consulta no <a href="https://ppgbv.inbio.ufu.br/editais" target="_blank" rel="noopener">site do PPGBV</a>. Recomenda-se a leitura atenta do edital para todos os interessados.</p>
<p>O post <a href="https://agenciamg.com.br/2026/05/28/ufu-pos-graduacao-biologia-vegetal/">UFU abre inscrições para mestrado acadêmico em Biologia Vegetal</a> apareceu primeiro em <a href="https://agenciamg.com.br">Agência MG</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Grupo de pesquisa da Universidade Federal de Uberlândia promove exposição em galeria da UFG</title>
		<link>https://agenciamg.com.br/2026/05/27/exposicao-feminista-ufg/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação AgênciaMG]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 21:06:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[UFU]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Exposição "O silêncio e o refúgio: subjetividades femininas" na UFG debate o espaço doméstico e o silêncio sob perspectivas feministas.</p>
<p>O post <a href="https://agenciamg.com.br/2026/05/27/exposicao-feminista-ufg/">Grupo de pesquisa da Universidade Federal de Uberlândia promove exposição em galeria da UFG</a> apareceu primeiro em <a href="https://agenciamg.com.br">Agência MG</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os dias 29 de maio e 3 de junho, a Galeria da Faculdade de Artes Visuais (FAV) da Universidade Federal de Goiás (UFG), em Goiânia, recebe a exposição “O silêncio e o refúgio: subjetividades femininas”. A mostra reúne 11 obras das artistas Gabriela De Laurentiis, Marcia Bianchi, Mariana Cortes, Raisa Maria e Tatiana Ferraz.</p>
<p>A curadoria é de Marina Cerchiaro. A exposição utiliza múltiplas linguagens artísticas, como vídeo, fotografia, instalação, performance, escultura e cerâmica. O objetivo é debater o espaço doméstico e o silêncio a partir de perspectivas feministas.</p>
<p>A mostra propõe uma reflexão sobre o silêncio não como passividade, mas como uma dimensão complexa de resistência, cuidado e agenciamento político das mulheres. Ela subverte a visão tradicional do silêncio, apresentando-o como um espaço de cuidado, sobrevivência e escuta de si.</p>
<p>O silêncio também é retratado como resistência infrapolítica. Com base em teóricas decoloniais como Maria Logones e Maria Lazreg, a curadoria propõe pensar as mulheres em condição de silêncio como agentes ativas. A ausência da voz pública não significa a inexistência de diálogo ou ação.</p>
<p>Na exposição, o silêncio estratégico surge, por exemplo, no vídeo-performance “As sereias não cantaram”, de Gabriela De Laurentiis. Neste contexto, o silêncio é uma ferramenta diante da recusa masculina à escuta do feminino.</p>
<p>As obras também investigam a conexão entre o corpo e a natureza, além de debaterem as ambiguidades do espaço doméstico. O corpo feminino e o meio natural aparecem entrelaçados em trabalhos como “Ensimesmamento”, de Mariana Cortes, e “Fragmentos amorosos”, de Gabriela De Laurentiis.</p>
<p>Essas obras invocam diálogos íntimos com o próprio corpo e funcionam como lugares de proteção, refúgio e cura. A ideia de refúgio também é abordada como uma travessia transformadora e lírica em “O azul vidrado”, de Marcia Bianchi.</p>
<p>Dialogando com o conceito de Virginia Woolf sobre a necessidade de as mulheres terem um “teto todo seu” para criar, as artistas Tatiana Ferraz e Raisa Maria mostram as contradições do lar. Suas obras revelam que a casa pode ser tanto abrigo quanto cárcere.</p>
<p>Elas explicitam os perigos a que as mulheres estão sujeitas nos espaços privado e público. Para tensionar essas violências e fragilidades, Raisa propõe uma casa desmontável. Tatiana concebe habitações com espinhos e estruturas cortantes.</p>
<p>Essas representações aludem aos perigos a que as mulheres estão sujeitas tanto no espaço privado quanto público. Assim como o silêncio, a casa pode ser para as mulheres tanto refúgio quanto cárcere.</p>
<p>Em cartaz no Edifício EMAC (Escola de Música e Artes Cênicas) no Campus Samambaia, em Goiânia, a exposição tem entrada gratuita. Ela pretende ampliar os debates sobre gênero e espacialidades.</p>
<p>Segundo a curadora Marina Cerchiaro, o objetivo final é trazer a relevância de agenciamentos menos visíveis, subjetivos e poéticos. Estes agenciamentos são capazes de destacar o poder de resiliência e a força das mulheres.</p>
<p>Informações adicionais e contatos com a organização podem ser obtidos pelo telefone (62) 3521-1445.</p>
<h2>Sobre a mostra</h2>
<p>O projeto da exposição “O silêncio e o refúgio: subjetividades femininas” foi contemplado pelo Edital da Galeria da FAV &#8211; UFG em 2025. Ele faz parte das atividades desenvolvidas pelo <a href="http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/6846256615075247" target="_blank" rel="noopener">Grupo de Pesquisa “O Espaço Delas: mulheres artistas que atuam no campo tridimensional” (CNPq)</a>.</p>
<p>O grupo é sediado no Instituto de Artes da Universidade Federal de Uberlândia (Iarte/UFU). A liderança é das professoras Tatiana Sampaio Ferraz (UFU) e Marina Mazze Cerchiaro (Universidade de São Paulo).</p>
<p>O grupo reúne pesquisadoras, artistas e docentes vinculadas a diferentes instituições brasileiras. Ao aproximar produção artística e pesquisa acadêmica, a mostra propõe um diálogo entre arte contemporânea, feminismos e espacialidades.</p>
<p>A exposição amplia debates sobre subjetividade, cuidado, memória e formas de existência elaboradas a partir das experiências das mulheres.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>UFU abre 54 vagas para mestrado e doutorado em Ciência da Computação</title>
		<link>https://agenciamg.com.br/2026/05/26/ufu-ciencia-da-computacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação AgênciaMG]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 18:04:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Concursos]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[UFU]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>UFU abre 54 vagas para mestrado e doutorado em Ciência da Computação. Inscrições de 22 de junho a 5 de julho. Seleção por análise de currículo e arguição.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A coordenação do Programa de Pós-graduação em Ciência da Computação (PPGCO), da Faculdade de Computação (Facom), da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), publicou o <a href="https://ppgco.facom.ufu.br/editais/processo-seletivo-20262" target="_blank" rel="noopener">Edital PPGCO Nº 2/2026</a>.</p>
<p>São oferecidas 42 vagas para o mestrado, sendo 22 para alunos regulares e 20 para alunos especiais. Para o doutorado, há 12 vagas destinadas apenas para alunos regulares.</p>
<p>As inscrições ocorrem de 22 de junho a 5 de julho. A documentação obrigatória deve ser enviada por e-mail para <a href="mailto:cpgfacom@ufu.br" target="_blank" rel="noopener">cpgfacom@ufu.br</a>.</p>
<p>O assunto do e-mail deve ser “Seleção 2026/2 Mestrado” para candidatos ao mestrado e “Seleção 2026/2 Doutorado” para candidatos ao doutorado.</p>
<p>A seleção será realizada em uma etapa avaliativa, de caráter classificatório e eliminatório. Candidatos que obtiverem nota inferior a 60 pontos serão desclassificados.</p>
<p>Para o mestrado, a avaliação consistirá na análise do conhecimento do aluno regular na área de Ciência da Computação e do <em>Curriculum Vitae</em>.</p>
<p>Para o doutorado, serão avaliados o Histórico Escolar de Mestrado, as Produções Científicas e a Arguição Oral. A arguição será feita remotamente e gravada.</p>
<h2>Cronograma</h2>
<div class="table-responsive">
<table class="table table-bordered table-hover table-striped">
<tbody>
<tr>
<td>
<p><strong>Etapa</strong></p>
</td>
<td>
<p><strong>Data e horário</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Período de Inscrição</strong></p>
</td>
<td>
<p>Das 8h do dia 22 de junho até as 23h59 do dia 5 de julho</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Avaliação da documentação</strong></p>
</td>
<td>
<p>Do dia 8 de julho até o dia 15 de julho</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Realização da Arguição oral (apenas para candidatos ao doutorado)</strong></p>
</td>
<td>
<p>A partir das 9h do dia 15 de julho</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Resultado preliminar</strong></p>
</td>
<td>
<p>Dia 20 de julho, até 17h</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Resultado Final</strong></p>
</td>
<td>
<p>Dia 23 de julho, até 17h</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Matrícula em Primeira Chamada</strong></p>
</td>
<td>
<p>Das 8h às 17h, nos dias 27 e 28 de julho</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Estudo multicêntrico com participação da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) propõe mudanças na avaliação de risco e nas estratégias de tratamento do câncer de pênis</title>
		<link>https://agenciamg.com.br/2026/05/25/cancer-de-penis/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação AgênciaMG]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 20:02:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[UFU]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa UFU/Icesp/NOSM University revoluciona tratamento de câncer de pênis, focando em recorrência e cirurgias preservadoras para melhor sobrevida.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa colaborativa entre a Universidade Federal de Uberlândia (UFU), o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp/USP) e a Escola de Medicina do Norte de Ontário (NOSM University), no Canadá, apresenta novas perspectivas clínicas sobre o câncer de pênis.</p>
<p>O estudo investigou os fatores que impactam a sobrevida de pacientes submetidos a tratamento cirúrgico, buscando reorientar condutas de vigilância e preservação de órgãos.</p>
<p>O câncer de pênis é uma doença rara globalmente, mas com alta agressividade e elevada incidência em países em desenvolvimento. De acordo com a UFU, a condição concentra determinantes clínicos e sociais que fundamentam sua gravidade.</p>
<p>Fatores como falta de higiene íntima, infecção por HPV e tabagismo, somados ao atraso no diagnóstico no Brasil, levam muitos pacientes a hospitais com lesões em estágios avançados.</p>
<p>Alex Resende Allig, estudante de Medicina da UFU e um dos autores do estudo, contextualiza: &#8220;Isso faz com que um tumor potencialmente controlável se torne, na prática, uma condição de grande impacto mutilador, funcional e prognóstico&#8221;.</p>
<p>Para compreender o comportamento da doença, os pesquisadores analisaram uma série histórica de 12 anos de pacientes tratados cirurgicamente no Icesp. Modelos estatísticos avançados foram utilizados para avaliar as características das células do tumor e diferentes estratégias cirúrgicas.</p>
<p>A principal descoberta altera o peso dos critérios tradicionais de risco: os dados demonstraram que a recorrência tumoral é o fator que mais contribui para a mortalidade e para a piora nas chances gerais de sobrevivência.</p>
<p>Na prática médica, essa constatação modifica o foco da urgência clínica e do acompanhamento oncológico. A literatura médica historicamente concentrava a atenção no tamanho inicial da lesão ou na extensão cirúrgica.</p>
<p>Contudo, o novo estudo revela que a dinâmica biológica pós-tratamento exige atenção redobrada. Allig pontua: &#8220;O paciente não pode ser avaliado somente pelo que o tumor era no momento da cirurgia; é preciso considerar o que ele se torna ao longo do seguimento&#8221;.</p>
<p>Essa descoberta, segundo a UFU, fortalece a necessidade de uma vigilância individualizada e intervenções precoces em casos de falha terapêutica.</p>
<p>Outro achado da pesquisa refere-se à segurança das cirurgias preservadoras. O estudo comprova que, desde que haja margens cirúrgicas negativas e a garantia de que a doença não atingiu os gânglios, é possível tratar o câncer sem retirar mais tecido do que o estritamente necessário.</p>
<p>O interno da UFU destaca que a mudança na abordagem cirúrgica afeta profundamente a qualidade de vida do paciente, indo além da anatomia para resguardar a identidade corporal, a sexualidade e a reinserção social.</p>
<p>Para os pacientes atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), os resultados oferecem um direcionamento mais seguro e resolutivo. A pesquisa orienta que o planejamento cirúrgico não seja guiado apenas pela radicalidade do procedimento, mas pela precisão oncológica.</p>
<p>Além disso, ao identificar a recorrência como fator central, os protocolos de saúde pública podem adotar uma vigilância mais rigorosa para grupos de alto risco, detectando falhas no tratamento precocemente.</p>
<h2>Colaboração Interinstitucional e Reconhecimento Internacional</h2>
<p>A robustez da pesquisa é resultado de uma forte articulação interinstitucional. A colaboração científica teve início por meio da interlocução com Adel Jorge El Rassi, ex-residente de Urologia da UFU e <em>fellow</em> no Icesp/USP.</p>
<p>Ele atuou como uma ponte entre a universidade mineira e um dos mais prestigiados centros oncológicos da América Latina. O projeto ganhou dimensão internacional com a integração de Caio Vinícius Suartz, pesquisador da USP e chefe de serviço na universidade canadense NOSM.</p>
<p>Como reconhecimento de sua qualidade analítica e relevância metodológica, o estudo foi aprovado para apresentação na Reunião Anual da Associação Americana de Urologia (AUA) 2026, em Washington (EUA).</p>
<p>Este evento é reconhecido como o principal e mais competitivo congresso de urologia do mundo. A apresentação do trabalho, realizada no dia 15 de maio, destaca a produção científica da universidade em uma vitrine global de excelência.</p>
<p>O estudante Allig conclui: &#8220;Representa a entrada legítima da UFU em um palco de competição científica máxima, onde a visibilidade não é concedida por geografia, mas conquistada por consistência, relevância e qualidade metodológica&#8221;.</p>
<p>Com a validação internacional do estudo, o impacto das descobertas ultrapassa o ambiente acadêmico e aponta para um futuro de condutas médicas mais humanas e precisas.</p>
<p>Ao entregar à sociedade e ao sistema público de saúde diretrizes baseadas em evidências sólidas, a pesquisa reafirma o papel estratégico das instituições públicas brasileiras na produção de ciência de ponta.</p>
<p>O trabalho demonstra que o conhecimento construído de forma colaborativa entre instituições no Brasil tem força para transformar o cuidado de pacientes oncológicos em escala global.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Universidade Federal de Uberlândia (UFU) realiza Aeroweek para discutir carros voadores e o futuro da engenharia aeronáutica</title>
		<link>https://agenciamg.com.br/2026/05/22/engenharia-aeronautica-ufu/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação AgênciaMG]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 20:01:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[UFU]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://agenciamg.com.br/2026/05/22/engenharia-aeronautica-ufu/</guid>

					<description><![CDATA[<p>UFU realiza "Aeroweek" e discute carros voadores e futuro da engenharia aeronáutica, com participação de empresas e ex-alunos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A existência de carros voadores, antes vista como algo distante, tem se tornado uma realidade mais próxima. A ciência atual demonstra avanços significativos nessa área. O curso de Engenharia Aeronáutica da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) contribui com profissionais para essa e outras demandas da indústria aeronáutica.</p>
<p>No início de maio, entre os dias 4 e 6, a UFU realizou a primeira “Aeroweek UFU”. Este evento técnico-científico foi promovido pelo curso de Engenharia Aeronáutica da Faculdade de Engenharia Mecânica (Femec) da UFU.</p>
<p>A programação incluiu palestras, mesas-redondas e exposição de projetos. O evento reuniu estudantes, docentes, profissionais da área e empresas do setor aeronáutico. Participaram empresas como Embraer, Boeing, XMobots, Aviation Parts Executive, Maga Aviation, DARK e Akkodis (ambas de Paris), além da Chefia de Material de Aviação do Exército Brasileiro.</p>
<p>Todas as atividades ocorreram no anfiteatro 1BCG, no Campus Glória. Os alunos tiveram contato direto com profissionais que atuam em projetos de alta complexidade. Eles também conheceram o estado da arte da engenharia aeronáutica mundial.</p>
<h2>Carros voadores já são realidade?</h2>
<p>Durante a “Aeroweek UFU”, uma das palestras foi “Aplicação de aerodinâmica computacional no desenvolvimento de aeronaves”. O palestrante foi Gabriel Guimarães, egresso da 19ª turma do curso e engenheiro aeronáutico.</p>
<p>Guimarães atua na Embraer como engenheiro de desenvolvimento de produto, no time de sistemas de propulsão. Há um ano, ele trabalha com simulação aerodinâmica de rotores no programa EVE. Este programa visa a criação de eVTOLs – veículos elétricos de decolagem e pouso vertical, conhecidos como &#8220;carros voadores&#8221;.</p>
<p>Guimarães destaca que sua formação na UFU, especialmente as atividades extracurriculares, moldou o profissional que ele é hoje. Essa formação proporcionou a experiência necessária para atuar na Embraer. Ele afirma: “Eu fico feliz de ver que essa junção do que eu desenvolvi fora da sala de aula, que a UFU incentiva muito, e a própria sala de aula, que tem uma importância muito grande, me formou como engenheiro e que faz eu desenvolver o trabalho que faço hoje”.</p>
<p>O egresso contribui para posicionar a UFU como parte do avanço da indústria aeronáutica por meio do programa EVE. Ele também pontua que a UFU é uma das principais universidades na área de engenharia aeronáutica.</p>
<p>Guimarães expressa satisfação em retornar à academia para trocar experiências com os estudantes. Ele comenta: “Eu estou muito feliz de estar aqui, de poder trazer a empresa que eu amo, poder mostrar a engenharia que a gente desenvolve aqui no Brasil e incentivar as pessoas a virem para a indústria, a contribuírem”.</p>
<p>Ele também observa o crescimento da universidade e o incentivo aos laboratórios. Guimarães, além de egresso, participou do projeto de extensão “Tucano Aerodesign” e desenvolveu pesquisas no Laboratório de Projetos de Aeronaves e Aeroelasticidade da Femec/UFU.</p>
<h2>Aula não é só dentro de sala</h2>
<p>Eventos como o “Aeroweek UFU” oferecem aos estudantes a oportunidade de conhecer a área profissional além da teoria. Isso permite visualizar aplicações reais, desafios tecnológicos e oportunidades futuras. Eles podem ter contato com profissionais experientes e conhecer tecnologias atuais.</p>
<p>Os estudantes podem compreender as demandas da indústria e visualizar possíveis caminhos para suas carreiras. Segundo a UFU, o coordenador do curso de Engenharia Aeronáutica, Higor Silva, comenta que oferecer esses momentos é fundamental para a formação dos alunos.</p>
<p>Silva explica: “Esse tipo de experiência gera motivação, amplia horizontes e ajuda os estudantes a compreenderem a importância da engenharia no desenvolvimento da sociedade e da tecnologia. Muitos alunos saem desses eventos mais engajados com pesquisa, inovação e desenvolvimento profissional”.</p>
<p>Ele também enfatiza que a universidade tem um papel essencial na formação técnica, humana, profissional e estratégica dos futuros engenheiros.</p>
<h2>O mercado aeronáutico</h2>
<p>Outro objetivo do evento foi fortalecer conexões institucionais e prospectar futuras parcerias. Buscou-se ampliar projetos conjuntos de pesquisa, desenvolvimento e inovação com empresas da área. Os convidados da indústria conheceram a infraestrutura, os laboratórios e o potencial da universidade.</p>
<p>As discussões levantaram um ponto importante: o medo do “apagão técnico”. Silva comenta: “As empresas têm relatado uma necessidade crescente de profissionais altamente qualificados para garantir a continuidade e o avanço da indústria aeronáutica, que trabalha com engenharia de altíssima complexidade”.</p>
<p>Nesse cenário, a aproximação entre universidade e indústria é essencial para motivar estudantes e atrair novos talentos. O objetivo é formar os engenheiros que liderarão o desenvolvimento tecnológico do Brasil nas próximas décadas. O coordenador está atento à demanda apresentada pelo grupo.</p>
<p>Ele ressalta que este é um compromisso do curso e da UFU. Silva afirma: “Enquanto instituição pública de ensino superior, nossa missão é formar capital humano altamente qualificado para contribuir com o desenvolvimento científico, tecnológico e industrial do Brasil”.</p>
<p>Ele conclui: “Ao mesmo tempo, também buscamos colaborar diretamente com a indústria no desenvolvimento de novas tecnologias, soluções e pesquisas que impactem positivamente o futuro da engenharia nacional.”</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Hospital de Clínicas da UFU aplica polilaminina em paciente com lesão medular</title>
		<link>https://agenciamg.com.br/2026/05/22/polilaminina/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação AgênciaMG]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 18:03:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[UFU]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hospital de Clínicas da UFU realiza aplicação inédita de polilaminina em paciente paraplégico, buscando regeneração de lesões medulares. Tratamento experimental visa reorganizar tecidos para recuperação de movimentos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HC-UFU/HU Brasil) realizou, em 18 de maio, a aplicação de polilaminina em um paciente com paraplegia. O diagnóstico ocorreu após um acidente que afetou a medula espinhal. Este procedimento é inédito na unidade hospitalar.</p>
<p>A aplicação faz parte de um tratamento em investigação científica, que busca a regeneração de lesões medulares agudas. Mateus Barbosa Costa, de 25 anos, recebeu alta médica parcial em 22 de maio. Ele seguirá para a etapa de reabilitação fisioterápica intensiva.</p>
<p>A polilaminina é uma molécula sintetizada em laboratório, resultado de pesquisas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e do laboratório Cristália. Ela é derivada da laminina, uma proteína presente no corpo humano.</p>
<p>De acordo com Paulo Henrique de Sousa Fernandes, médico e chefe da Divisão Médica do HC-UFU, a substância atua como sustentação das células. &#8220;Ela serve como uma sustentação das células, ajudando a organizá-las. Com o trauma e a lesão dos neurônios, essa estrutura fica desorganizada.&#8221;</p>
<p>Fernandes complementa que a aplicação da polilaminina tenta formar um &#8220;andaime&#8221; microscópico. O objetivo é reorganizar os tecidos para que os axônios e neurônios possam crescer novamente no sentido correto e, possivelmente, voltar a funcionar.</p>
<p>O composto ainda não possui comprovação definitiva de eficácia e segurança em larga escala. Sua aplicação ocorre sob protocolos de pesquisa clínica e consentimento informado do paciente. A equipe médica mantém cautela em relação aos resultados.</p>
<p>&#8220;Não é uma resposta rápida. Uma cicatrização pode demorar até um ano. Agora, a fisioterapia é fundamental para estimular esse crescimento dentro do eixo natural&#8221;, ressalta o médico. O paciente assinou um termo de ciência sobre o caráter experimental do procedimento.</p>
<h2>Acidente e Aplicação da Polilaminina</h2>
<p>Em 20 de março, um portão de ferro de aproximadamente oito metros caiu sobre Mateus Costa durante o trabalho. O acidente resultou em um trauma na 12ª vértebra torácica (T12), com perda imediata dos movimentos das pernas.</p>
<p>&#8220;Eu estava acostumado a me movimentar. Quando recebi a notícia, foi muito difícil. Mas logo na hora do acidente eu já tinha sentido que perdi os movimentos&#8221;, relembra o paciente. Ele foi atendido no HC-UFU.</p>
<p>Dyego Vilela, cirurgião que operou e acompanhou Costa, descreve a gravidade do quadro na chegada ao hospital. &#8220;Ele teve uma fratura de luxação gravíssima da coluna, com déficit neurológico completo já no trauma.&#8221;</p>
<p>A equipe se mobilizou rapidamente, e a cirurgia foi realizada no mesmo dia. Após a estabilização cirúrgica, a família do jovem buscou alternativas, tomando conhecimento da pesquisa com a polilaminina.</p>
<p>O processo burocrático para a inclusão no estudo não exigiu judicialização. &#8220;Foi através de e-mail. Nós conseguimos o contato, enviamos os documentos e eles se interessaram pelo caso&#8221;, explica Francisco Wanderley de Souza, padrasto de Costa.</p>
<p>A equipe do estudo, sediada no Rio de Janeiro, deslocou-se a Uberlândia para a aplicação. O HC-UFU atuou como ponte logística e assistencial, fornecendo a infraestrutura necessária para o procedimento.</p>
<p>Vilela foi contatado pelo laboratório para validar os dados clínicos do paciente. &#8220;Eles queriam conferir a gravidade do quadro. Eu expliquei o caso e aceitei participar, porque vi a possibilidade de melhora.&#8221;</p>
<p>O cirurgião acrescenta: &#8220;É um jovem de 25 anos com uma lesão completa. Qualquer tentativa que mostre alguma eficácia nos testes e ofereça esperança, nós apoiamos&#8221;. A aplicação abriu um precedente na região.</p>
<p>O HC-UFU alerta que a inclusão em protocolos de pesquisa obedece a critérios estabelecidos pelo laboratório desenvolvedor da substância. Esses critérios envolvem tempo de lesão, idade e comorbidades do paciente.</p>
<p>&#8220;O laboratório se responsabiliza pela avaliação, administração e fornecimento do componente, baseado em seus critérios de pesquisa. O compromisso da UFU é com a assistência integral, o ensino e a pesquisa médica&#8221;, esclarece Fernandes.</p>
<p>Para Costa, o foco agora é a reabilitação intensiva. Ele expressa a expectativa de que seu esforço nas sessões de fisioterapia contribua para o sucesso do tratamento. &#8220;É um pouco pesado, mas estou torcendo para que dê certo.&#8221;</p>
<p>O paciente conclui: &#8220;Se encaminhado, isso vai ajudar não só a mim, mas vai abrir caminho para várias outras pessoas&#8221;. Ele continuará sendo acompanhado pelo laboratório e equipe médica para avaliação dos resultados e da recuperação.</p>
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