Ministro da Fazenda debate segurança energética e alimentar no FMI

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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu a segurança energética e alimentar durante reunião no Comitê Monetário e Financeiro Internacional (IMFC), no âmbito das reuniões de primavera do Fundo Monetário Internacional (FMI). Segundo o governo brasileiro, a guerra no Oriente Médio amplia riscos para a economia global, pressiona a inflação e agrava desafios nessas áreas.

De acordo com a declaração oficial, os impactos podem ser mais intensos em economias vulneráveis e dependentes de importação de energia. O texto reforça a necessidade de cumprir compromissos de assistência internacional e destaca o papel das instituições financeiras no apoio a países fragilizados.

O documento afirma que políticas macroeconômicas contracíclicas podem mitigar os efeitos dos choques externos. Também defende medidas temporárias e focalizadas para proteger populações vulneráveis, garantindo segurança alimentar e energética sem comprometer a neutralidade fiscal.

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No caso do Brasil, a economia mantém desempenho positivo, com inflação convergindo para a meta e crescimento projetado em 2,3% do PIB em 2026. O Banco Central já iniciou ciclo de flexibilização monetária.

Posição externa e energia

A declaração destaca a solidez da posição externa brasileira, com câmbio flexível, reservas internacionais robustas e indicadores como desemprego e desigualdade em patamares historicamente baixos.

Na área energética, o Brasil aparece como exportador líquido de petróleo, com saldo positivo de US$ 32 bilhões em 2025. A matriz energética diversificada, com forte participação de renováveis, coloca o país em posição vantajosa frente a choques globais de preços.

Reformas e compromissos

O texto menciona reformas em andamento, como a do imposto de renda, prevista para 2026, e a implementação do IVA dual. Também cita o Plano de Transformação Ecológica e medidas para aumentar a eficiência no mercado de crédito.

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No campo fiscal, o governo reafirma compromisso com a responsabilidade fiscal, buscando superávit primário de 0,25% do PIB em 2026 e estabilização da dívida pública até 2030.

Em relação ao FMI, o Brasil defende o papel da instituição como pilar da segurança financeira global e pede avanços nas reformas de governança para ampliar representação de economias emergentes.

Acesse Declaração Brasil FMI – PT

Acesse IMFC Statement – EN

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