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O governo federal apresentou o Plano Nacional de Mineração 2050 (PNM 2050), que define a estratégia para transformar os recursos minerais do país em desenvolvimento sustentável até 2050. De acordo com o Ministério de Minas e Energia, o plano foi construído com participação de setores acadêmicos, produtivos e ambientais, além de articulação interministerial.
O ministro Alexandre Silveira afirmou que o Brasil possui uma das maiores reservas minerais do mundo e que o PNM 2050 busca direcionar esse potencial para modernizar a economia. “O Plano reafirma nossa soberania em um cenário internacional cada vez mais competitivo”, disse.
O documento parte do diagnóstico de que apenas ter recursos minerais não é suficiente. Para transformar esse potencial em prosperidade, são necessárias instituições robustas, conhecimento geológico, regulação estável e responsabilidade socioambiental.
Pilares e objetivos estratégicos
O PNM 2050 está organizado em quatro pilares: sustentabilidade e valor social, segurança do suprimento mineral, agregação de valor e governança. Esses eixos se desdobram em cinco objetivos estratégicos, que incluem consolidar a mineração sustentável e ampliar o aproveitamento responsável dos recursos.
Outras metas são promover a industrialização do setor, fortalecer a governança e assegurar a soberania nacional. O plano destaca a importância da agregação de valor, especialmente diante da demanda global por minerais críticos usados em tecnologias verdes e digitais.
Atualmente, o setor mineral representa 3,3% do PIB brasileiro e gera cerca de 2 milhões de empregos diretos. O PNM 2050 estabelece um modelo de planejamento em três níveis, com metas, ações e um sistema de monitoramento contínuo.
O plano está alinhado com políticas industriais, energéticas e de inovação. O documento completo está disponível neste link.
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