<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de MPMG - Agência MG</title>
	<atom:link href="https://agenciamg.com.br/assuntos/mpmg/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://agenciamg.com.br/assuntos/mpmg/</link>
	<description>Notícias de Minas Gerais</description>
	<lastBuildDate>Wed, 22 Apr 2026 20:01:44 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://agenciamg.com.br/wp-content/uploads/2025/07/cropped-iconeagenciaMG-32x32.png</url>
	<title>Arquivo de MPMG - Agência MG</title>
	<link>https://agenciamg.com.br/assuntos/mpmg/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Justiça de Ibirité decreta indisponibilidade de bens de servidores fantasmas e ex-prefeito</title>
		<link>https://agenciamg.com.br/2026/04/22/improbidade-administrativa-2/</link>
					<comments>https://agenciamg.com.br/2026/04/22/improbidade-administrativa-2/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação AgênciaMG]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 20:01:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[MPMG]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://agenciamg.com.br/2026/04/22/improbidade-administrativa-2/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Justiça de Ibirité decreta indisponibilidade de bens de investigados por improbidade administrativa, incluindo servidores fantasmas e ex-prefeito, visando ressarcimento ao erário.</p>
<p>O post <a href="https://agenciamg.com.br/2026/04/22/improbidade-administrativa-2/">Justiça de Ibirité decreta indisponibilidade de bens de servidores fantasmas e ex-prefeito</a> apareceu primeiro em <a href="https://agenciamg.com.br">Agência MG</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A 1ª Vara Cível da Comarca de Ibirité determinou a indisponibilidade de bens de investigados por atos de improbidade administrativa. As decisões foram proferidas em duas ações propostas pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG).</p>
<p>As ações estão relacionadas à manutenção de servidores fantasmas nos quadros da Prefeitura de Ibirité. O Judiciário reconheceu indícios de improbidade administrativa e risco de prejuízo ao erário.</p>
<p>As medidas cautelares foram autorizadas para assegurar o resultado útil dos processos. As Ações Civis Públicas foram ajuizadas pela Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público de Ibirité.</p>
<p>Em uma das ações, o MPMG aponta a contratação de um servidor para a função de vigia patrimonial. A investigação indica que ele recebeu remuneração entre 2022 e 2024 sem a correspondente prestação de serviços.</p>
<p>De acordo com a apuração, o servidor não comparecia ao local de trabalho e era desconhecido por colegas. Responsáveis pelo controle de frequência também não o reconheciam.</p>
<p>A investigação também apontou a existência de vínculos empregatícios simultâneos. Estes vínculos seriam incompatíveis com a jornada exigida pelo cargo público.</p>
<p>O MPMG atribui responsabilidade ao servidor e ao então chefe do Poder Executivo municipal. A conduta omissiva na manutenção do vínculo funcional irregular é a base da acusação.</p>
<p>O dano ao erário foi estimado em R$ 50.553,79. Este valor foi calculado conforme laudo técnico elaborado pela Central de Apoio Técnico (Ceat) do Ministério Público.</p>
<p>A Justiça deferiu parcialmente o pedido de tutela de urgência. Foi determinada a indisponibilidade dos bens do servidor e do ex-prefeito até o limite do valor do dano apurado.</p>
<p>Na outra ação, o MPMG investiga a nomeação de um ocupante de cargo comissionado na Secretaria Municipal de Governo. A apuração indica que ele recebeu remuneração sem comprovação formal do exercício efetivo das atribuições.</p>
<p>Segundo o Ministério Público, diligências apontaram a inexistência de controles formais de frequência. Também não havia registros documentais das atividades supostamente desempenhadas.</p>
<p>A investigação revelou a manutenção de vínculos simultâneos com outros órgãos e atividades privadas. Esta situação é considerada incompatível com a dedicação exigida pela função pública.</p>
<p>O MPMG responsabiliza o servidor, a então secretária municipal e o ex-prefeito. A acusação sustenta que houve tolerância ou anuência na manutenção do vínculo funcional irregular.</p>
<p>O dano ao erário foi calculado pela Ceat em R$ 127.945,68. A Justiça acolheu parcialmente o pedido e determinou a indisponibilidade dos bens do servidor e do ex-prefeito.</p>
<p>As decisões não representam julgamento definitivo do mérito dos casos. Elas visam garantir a eficácia de eventual condenação e a recomposição dos cofres públicos.</p>
<p>A recomposição ocorrerá caso os fatos sejam confirmados ao final da instrução processual. As medidas cautelares são preventivas.</p>
<p>O post <a href="https://agenciamg.com.br/2026/04/22/improbidade-administrativa-2/">Justiça de Ibirité decreta indisponibilidade de bens de servidores fantasmas e ex-prefeito</a> apareceu primeiro em <a href="https://agenciamg.com.br">Agência MG</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://agenciamg.com.br/2026/04/22/improbidade-administrativa-2/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Procon-MPMG autua dez postos de combustíveis por irregularidades em Salinas</title>
		<link>https://agenciamg.com.br/2026/04/22/fiscalizacao-procon-postos-combustiveis/</link>
					<comments>https://agenciamg.com.br/2026/04/22/fiscalizacao-procon-postos-combustiveis/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação AgênciaMG]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 13:01:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[MPMG]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://agenciamg.com.br/2026/04/22/fiscalizacao-procon-postos-combustiveis/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Procon-MPMG fiscaliza 21 postos em Salinas, Norte de MG; 10 autuados por irregularidades em preços, origem e estrutura.</p>
<p>O post <a href="https://agenciamg.com.br/2026/04/22/fiscalizacao-procon-postos-combustiveis/">Procon-MPMG autua dez postos de combustíveis por irregularidades em Salinas</a> apareceu primeiro em <a href="https://agenciamg.com.br">Agência MG</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Procon do Ministério Público de Minas Gerais (Procon-MPMG) realizou uma fiscalização em postos de combustíveis na região de Salinas, Norte de Minas Gerais, entre os dias 13 e 17 de abril. Vinte e um estabelecimentos foram fiscalizados nos municípios de Salinas, Fruta de Leite, Novo Horizonte, Padre Carvalho, Rubelita e Santa Cruz de Salinas. Dez desses postos foram autuados por irregularidades.</p>
<p>As irregularidades incluíram a ausência de informação sobre o preço dos combustíveis na entrada dos postos e a falta de divulgação do valor para pagamento com cartão de crédito. Também foram constatadas falhas na indicação da origem do combustível em postos de bandeira branca.</p>
<p>O uso indevido de marca de distribuidora foi outra irregularidade identificada, o que pode configurar publicidade enganosa. Esta ação faz parte de um conjunto de fiscalizações em 325 postos de combustíveis no Norte do estado.</p>
<p>O objetivo é verificar o cumprimento das normas de proteção e defesa do consumidor, com foco na transparência das informações e na qualidade dos serviços. Na comarca de Salinas, 11 postos foram fiscalizados na sede do município.</p>
<p>Além disso, um posto foi fiscalizado em Fruta de Leite, dois em Novo Horizonte, dois em Padre Carvalho, um em Rubelita e quatro em Santa Cruz de Salinas. As equipes de fiscalização também identificaram problemas estruturais.</p>
<p>Entre os problemas estruturais, foram encontrados vazamentos em mangueiras de abastecimento e em filtros de bombas de diesel comum. A ausência de instruções adequadas de funcionamento do termodensímetro, equipamento para aferição da qualidade do combustível, também foi notada.</p>
<p>Outra irregularidade recorrente foi a falta de informação sobre o percentual de etanol em relação ao valor da gasolina. Este dado é considerado relevante para a decisão de compra do consumidor no momento do abastecimento.</p>
<p>O post <a href="https://agenciamg.com.br/2026/04/22/fiscalizacao-procon-postos-combustiveis/">Procon-MPMG autua dez postos de combustíveis por irregularidades em Salinas</a> apareceu primeiro em <a href="https://agenciamg.com.br">Agência MG</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://agenciamg.com.br/2026/04/22/fiscalizacao-procon-postos-combustiveis/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>MPMG prende três suspeitos de homicídio durante o carnaval em Ibertioga</title>
		<link>https://agenciamg.com.br/2026/04/19/prisao-por-homicidio-em-ibertioga/</link>
					<comments>https://agenciamg.com.br/2026/04/19/prisao-por-homicidio-em-ibertioga/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação AgênciaMG]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Apr 2026 14:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[MPMG]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://agenciamg.com.br/2026/04/19/prisao-por-homicidio-em-ibertioga/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Três homens presos em Ibertioga (MG) por homicídio qualificado durante o carnaval. Crime motivado por ciúmes e vingança, com uso de arma branca e objeto contundente.</p>
<p>O post <a href="https://agenciamg.com.br/2026/04/19/prisao-por-homicidio-em-ibertioga/">MPMG prende três suspeitos de homicídio durante o carnaval em Ibertioga</a> apareceu primeiro em <a href="https://agenciamg.com.br">Agência MG</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Três homens foram presos preventivamente em 18 de abril, em Ibertioga, Campo das Vertentes. Eles são investigados por homicídio qualificado, ocorrido durante o carnaval deste ano. As prisões foram efetuadas após manifestação favorável do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG).</p>
<p>A 3ª Vara Criminal da Comarca de Barbacena decretou as prisões. A Polícia Civil solicitou as prisões após o aprofundamento das investigações. Novos fatos surgiram, indicando que as medidas cautelares alternativas aplicadas anteriormente eram insuficientes para o caso.</p>
<p>As investigações apontam que o crime ocorreu na madrugada de 15 de fevereiro. A vítima foi perseguida em via pública, no centro da cidade. O crime foi praticado com uso de arma branca e objeto contundente, conforme os dados apurados.</p>
<p>Os investigados teriam agido de forma conjunta e premeditada. Eles desempenharam funções distintas para garantir a consumação do delito. A vítima foi ferida com um golpe de faca e agredida com pedaços de madeira, segundo as investigações.</p>
<p>De acordo com laudo pericial, a vítima faleceu devido a hemorragia interna. O crime teria sido motivado por ciúmes e vingança. Conflitos e agressões anteriores entre os investigados e a vítima precederam o ocorrido.</p>
<p>A 4ª Promotoria de Justiça de Barbacena sustentou a presença dos requisitos legais para a prisão preventiva. A gravidade concreta da conduta foi destacada, assim como a necessidade de garantia da ordem pública.</p>
<p>A conveniência da instrução criminal também foi um fator. Indícios de intimidação de testemunhas e instabilidade social em Ibertioga foram considerados. O crime causou comoção na cidade, que possui pouco mais de cinco mil habitantes.</p>
<p>A prisão foi decretada com base nos artigos 311, 312 e 313, inciso I, do Código de Processo Penal. Houve prova da materialidade e indícios robustos de autoria. A necessidade de garantia da ordem pública, da instrução criminal e da aplicação da lei penal justificou a decisão.</p>
<p>O post <a href="https://agenciamg.com.br/2026/04/19/prisao-por-homicidio-em-ibertioga/">MPMG prende três suspeitos de homicídio durante o carnaval em Ibertioga</a> apareceu primeiro em <a href="https://agenciamg.com.br">Agência MG</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://agenciamg.com.br/2026/04/19/prisao-por-homicidio-em-ibertioga/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>MPMG ordena suspensão de vendas de chicletes Fini por inadequação na rotulagem para crianças</title>
		<link>https://agenciamg.com.br/2026/04/17/procon-mg-fini/</link>
					<comments>https://agenciamg.com.br/2026/04/17/procon-mg-fini/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação AgênciaMG]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 17:01:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[MPMG]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://agenciamg.com.br/2026/04/17/procon-mg-fini/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Procon-MG suspende venda de chicletes Fini "Camel Balls", "El Toro Balls" e "Unicorn Balls" por rotulagem e design impróprios para crianças.</p>
<p>O post <a href="https://agenciamg.com.br/2026/04/17/procon-mg-fini/">MPMG ordena suspensão de vendas de chicletes Fini por inadequação na rotulagem para crianças</a> apareceu primeiro em <a href="https://agenciamg.com.br">Agência MG</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Procon do Ministério Público de Minas Gerais (Procon-MPMG) determinou a suspensão da comercialização de uma linha de chicletes da marca Fini em todo o território mineiro. A decisão, em caráter cautelar, considera que os produtos apresentam vício de rotulagem e design impróprio para o público infantojuvenil.</p>
<p>A medida afeta os chicletes “Camel Balls”, “El Toro Balls” e “Unicorn Balls”, fabricados pela The Fini Company Brasil. A suspensão também se estende à venda desses itens pela Amazon Serviços de Varejo do Brasil e por outros fornecedores que os comercializam online.</p>
<p>Segundo o Procon-MPMG, os produtos utilizam elementos visuais associados a órgãos genitais de animais como estratégia de atratividade. Essa abordagem foi considerada inadequada e potencialmente prejudicial, especialmente por se tratar de itens direcionados também ao público jovem.</p>
<p>Na fundamentação da decisão, o promotor de Justiça Fernando Abreu destaca a legislação brasileira. Esta assegura a proteção da dignidade, saúde e segurança dos consumidores, além de vedar práticas publicitárias abusivas.</p>
<p>A legislação também proíbe práticas que explorem a inexperiência e a credulidade de crianças e adolescentes. O entendimento é que a apresentação visual dos chicletes pode favorecer a exposição precoce a referências de conotação sexual.</p>
<p>Isso pode gerar possíveis impactos negativos no desenvolvimento psicológico, emocional e social do público infantojuvenil. O posicionamento do Procon-MPMG foi reforçado por um parecer técnico do CAO-DCA.</p>
<p>O Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (CAO-DCA) concluiu pela inadequação dos produtos ao mercado infantojuvenil. Com base nisso, foi determinada a suspensão.</p>
<p>A suspensão permanecerá até que a fabricante promova a adequação dos rótulos às normas regulatórias e de proteção ao consumidor. Além da interrupção imediata da oferta dos produtos, o Procon-MPMG notificou os fornecedores.</p>
<p>Os fornecedores devem apresentar defesa no prazo de dez dias úteis. Também devem fornecer documentos relativos ao faturamento bruto de 2025 e aos respectivos atos constitutivos atualizados. Cópias do ato foram encaminhadas ao Conar.</p>
<p>As cópias foram enviadas ao Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar), ao Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) e à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon). A Senacon avaliará a possibilidade de replicação da medida em âmbito nacional.</p>
<p>O post <a href="https://agenciamg.com.br/2026/04/17/procon-mg-fini/">MPMG ordena suspensão de vendas de chicletes Fini por inadequação na rotulagem para crianças</a> apareceu primeiro em <a href="https://agenciamg.com.br">Agência MG</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://agenciamg.com.br/2026/04/17/procon-mg-fini/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>MPMG firma acordos para reduzir poluição sonora em Belo Horizonte</title>
		<link>https://agenciamg.com.br/2026/04/16/poluicao-sonora-mpmg/</link>
					<comments>https://agenciamg.com.br/2026/04/16/poluicao-sonora-mpmg/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação AgênciaMG]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 19:01:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[MPMG]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://agenciamg.com.br/2026/04/16/poluicao-sonora-mpmg/</guid>

					<description><![CDATA[<p>MPMG intensifica combate à poluição sonora em BH, com 200 expedientes e 26 TACs. Ações visam saúde pública e equilíbrio entre lazer e sossego.</p>
<p>O post <a href="https://agenciamg.com.br/2026/04/16/poluicao-sonora-mpmg/">MPMG firma acordos para reduzir poluição sonora em Belo Horizonte</a> apareceu primeiro em <a href="https://agenciamg.com.br">Agência MG</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente de Belo Horizonte, intensificou as ações contra a poluição sonora. Entre julho de 2024 e março de 2026, foram abertos cerca de 200 expedientes administrativos e judiciais, incluindo denúncias, procedimentos e inquéritos civis.</p>
<p>Essa atuação abrangeu também ações judiciais, indicando a alta demanda social e a recorrência do problema na capital mineira. O MPMG firmou 26 Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) com estabelecimentos no mesmo período, buscando a adequação às normas legais.</p>
<p>Os TACs visam prevenir danos à saúde e à qualidade de vida da população, além de evitar a judicialização de conflitos. A atuação do MPMG incluiu 184 reuniões com comerciantes e representantes de associações de bairro, 375 audiências e 10 visitas técnicas.</p>
<p>A Lei Municipal nº 9.505/2008 fundamenta essa atuação, regulando a emissão de ruídos em Belo Horizonte. A legislação estabelece limites de intensidade sonora que são mais restritivos durante o período noturno.</p>
<p>A lei também proíbe a execução de música ao vivo ou mecânica em áreas externas de bares e estabelecimentos similares após as 23 horas. Os Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) firmados pelo Ministério Público impõem diversas obrigações.</p>
<p>Essas obrigações incluem o controle rigoroso do volume sonoro e a implantação de sistemas de isolamento acústico. Também exigem o fechamento de portas e janelas durante a execução de música e a restrição de horários de funcionamento.</p>
<p>Além disso, os TACs preveem a adoção de medidas para controlar o ruído gerado por frequentadores, especialmente em áreas externas. O descumprimento dessas obrigações pode acarretar sanções administrativas e judiciais.</p>
<p>As sanções podem incluir multas, interdição das atividades e até a cassação do alvará de funcionamento. De acordo com o promotor de Justiça Walter Freitas de Moraes Júnior, a poluição sonora é uma questão de saúde pública.</p>
<p>Ele afirma que a poluição sonora configura um direito ao meio ambiente equilibrado. A exposição contínua a níveis elevados de ruído está associada a distúrbios do sono, estresse, irritabilidade e prejuízos à saúde mental.</p>
<p>A exposição também aumenta o risco de doenças cardiovasculares. Segundo o MPMG, o acordo possui caráter preventivo e pedagógico, estabelecendo parâmetros claros para o funcionamento das atividades econômicas.</p>
<p>O acordo induz a adequação voluntária dos estabelecimentos. O elevado número de expedientes demonstra a intensidade da fiscalização e a importância da resposta institucional diante de conflitos urbanos.</p>
<p>O processo de enfrentamento da poluição sonora conta com a colaboração de representantes do setor econômico. Eles participam das discussões e contribuem para a construção de soluções viáveis.</p>
<p>Essa colaboração foca na adequação acústica e na organização do funcionamento dos estabelecimentos. Associações de moradores e entidades de bairro também participam dos debates.</p>
<p>Esses debates servem para identificar problemas, encaminhar demandas e acompanhar as medidas adotadas. Eles funcionam como um canal de interlocução entre a sociedade e as instituições públicas.</p>
<p>O promotor Walter Freitas de Moraes Júnior afirmou: “O objetivo não é inviabilizar a atividade econômica, mas assegurar o equilíbrio entre o direito ao lazer e o direito ao sossego, promovendo uma convivência urbana mais harmoniosa”.</p>
<p>Ele complementou: “A atuação tem resultado na redução de conflitos, melhoria da qualidade de vida e maior equilíbrio entre atividade econômica e direito ao sossego da população”.</p>
<p>O post <a href="https://agenciamg.com.br/2026/04/16/poluicao-sonora-mpmg/">MPMG firma acordos para reduzir poluição sonora em Belo Horizonte</a> apareceu primeiro em <a href="https://agenciamg.com.br">Agência MG</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://agenciamg.com.br/2026/04/16/poluicao-sonora-mpmg/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>MPMG deflagra operações em Uberaba contra crimes patrimoniais e desmanche de veículos</title>
		<link>https://agenciamg.com.br/2026/04/16/operacoes-policiais-uberaba/</link>
					<comments>https://agenciamg.com.br/2026/04/16/operacoes-policiais-uberaba/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação AgênciaMG]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 17:01:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[MPMG]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://agenciamg.com.br/2026/04/16/operacoes-policiais-uberaba/</guid>

					<description><![CDATA[<p>MPMG deflagra operações "Olho de Aço 3" e "Circuito Fechado" em Uberaba para combater crimes patrimoniais, desmanche de veículos e receptação de materiais ilícitos.</p>
<p>O post <a href="https://agenciamg.com.br/2026/04/16/operacoes-policiais-uberaba/">MPMG deflagra operações em Uberaba contra crimes patrimoniais e desmanche de veículos</a> apareceu primeiro em <a href="https://agenciamg.com.br">Agência MG</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) Regional Uberaba, em conjunto com a Polícia Militar e com o apoio da Força Integrada de Combate às Organizações Criminosas (Ficco), deflagrou nesta quinta-feira, 16 de abril, as operações “Olho de Aço 3” e “Circuito Fechado” em Uberaba, no Triângulo Mineiro.</p>
<p>A Operação Olho de Aço 3 tem como objetivo cumprir seis mandados de busca e apreensão no município. A ação visa desarticular uma associação criminosa envolvida na prática de crimes patrimoniais, incluindo furtos, roubos, receptação e desmanche de veículos, além de lavagem de dinheiro.</p>
<p>Uma análise técnica de materiais apreendidos em 12 de agosto de 2025 indicou a existência de uma estrutura criminosa. Segundo o MPMG, empresários do setor de autopeças e manutenção de veículos automotores estariam atuando como financiadores de atividades ilícitas, adquirindo componentes de origem criminosa.</p>
<p>Este mecanismo, conforme as investigações, sustentaria um ciclo de furtos, roubos e desmanches de veículos. Para apurar o caso, foram necessárias novas medidas de busca e apreensão para a obtenção de provas complementares.</p>
<p>O objetivo é identificar todos os envolvidos e interromper o fluxo financeiro que alimenta crimes contra o patrimônio em Uberaba e região. A Operação Circuito Fechado, por sua vez, tem como foco o combate preventivo à receptação de fios de cobre e materiais metálicos de origem ilícita.</p>
<p>Esta operação cumpriu um mandado de busca e apreensão também no município de Uberaba. Durante o cumprimento das medidas, foram apreendidos seis aparelhos celulares, sendo cinco relacionados à Operação Olho de Aço 3 e um vinculado à Operação Circuito Fechado.</p>
<h2>Significado das Operações</h2>
<p>O termo “Olho de Aço” simboliza a fusão entre a vigilância atenta do olho humano dos agentes de Segurança Pública e a força da Polícia. O “aço” representa a autoridade e o poder de intervenção técnica para interromper o ciclo de furtos e receptação, conforme informações do MPMG.</p>
<p>Já o termo “Circuito Fechado” simboliza o cerco total ao mercado ilegal por meio da fiscalização rigorosa de ferros-velhos, impedindo a venda de materiais furtados. Ao “fechar o circuito” comercial, a operação busca asfixiar financeiramente os receptadores e proteger a infraestrutura urbana da cidade.</p>
<p>O post <a href="https://agenciamg.com.br/2026/04/16/operacoes-policiais-uberaba/">MPMG deflagra operações em Uberaba contra crimes patrimoniais e desmanche de veículos</a> apareceu primeiro em <a href="https://agenciamg.com.br">Agência MG</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://agenciamg.com.br/2026/04/16/operacoes-policiais-uberaba/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Homem é condenado a 31 anos pelo assassinato de advogado em Ibirité</title>
		<link>https://agenciamg.com.br/2026/04/16/condenacao-assassinato-advogado/</link>
					<comments>https://agenciamg.com.br/2026/04/16/condenacao-assassinato-advogado/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação AgênciaMG]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 17:01:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[MPMG]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://agenciamg.com.br/2026/04/16/condenacao-assassinato-advogado/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Homem condenado a 31 anos de prisão em MG por assassinato de advogado. Crime motivado por vingança e desentendimentos sobre honorários.</p>
<p>O post <a href="https://agenciamg.com.br/2026/04/16/condenacao-assassinato-advogado/">Homem é condenado a 31 anos pelo assassinato de advogado em Ibirité</a> apareceu primeiro em <a href="https://agenciamg.com.br">Agência MG</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um homem de 39 anos foi condenado a 31 anos de prisão pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria de Justiça de Ibirité. A condenação, proferida nesta quarta-feira, 15 de abril, refere-se ao assassinato de um advogado criminalista de 40 anos, ocorrido em 27 de maio de 2024, em via pública na cidade.</p>
<p>O réu foi condenado por homicídio duplamente qualificado. As qualificadoras acatadas pelo Conselho de Sentença foram o uso de recurso que dificultou a defesa da vítima, caracterizado como emboscada, e a motivação por vingança, devido a desentendimentos na relação entre cliente e advogado.</p>
<p>Os promotores de Justiça Manuela Xavier Lages Faria e Thiago Vinicius Teixeira atuaram no júri. O caso gerou repercussão na época dos fatos. Segundo a denúncia do MPMG, o crime foi planejado após um desentendimento sobre o valor dos honorários advocatícios.</p>
<p>O réu possuía histórico criminal, incluindo acusações por quatro homicídios, uma tentativa de homicídio e envolvimento com tráfico de drogas. No dia do crime, ele e a vítima haviam combinado um encontro em um restaurante no centro de Ibirité.</p>
<p>O acusado dirigiu-se ao local, estacionou o veículo e aguardou a chegada do advogado. Ao avistá-lo caminhando pela calçada, o homem efetuou os disparos. O advogado faleceu no local. Câmeras de segurança registraram o momento do crime.</p>
<p>Após o ocorrido, o réu fugiu. O carro utilizado foi encontrado carbonizado dois dias depois em Betim, na região metropolitana. Foi constatado que o veículo possuía placa clonada. A prisão preventiva do réu foi mantida para a garantia da ordem pública.</p>
<p>O processo relacionado a este caso é o de número <a href="https://pje.tjmg.jus.br/pje/ConsultaPublica/DetalheProcessoConsultaPublica/listView.seam?ca=0274704-27.2019.8.13.0024" target="_blank" rel="noopener">0274704-27.2019.8.13.0024</a>.</p>
<p>O post <a href="https://agenciamg.com.br/2026/04/16/condenacao-assassinato-advogado/">Homem é condenado a 31 anos pelo assassinato de advogado em Ibirité</a> apareceu primeiro em <a href="https://agenciamg.com.br">Agência MG</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://agenciamg.com.br/2026/04/16/condenacao-assassinato-advogado/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Juiz de Fora: condenação de participantes de organização criminosa por corrupção e tráfico no sistema prisional</title>
		<link>https://agenciamg.com.br/2026/04/16/operacao-tabernus/</link>
					<comments>https://agenciamg.com.br/2026/04/16/operacao-tabernus/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação AgênciaMG]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 16:01:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[MPMG]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://agenciamg.com.br/2026/04/16/operacao-tabernus/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Justiça de MG condena policiais penais, servidores e detentos por organização criminosa, corrupção e tráfico de drogas em presídio de Juiz de Fora.</p>
<p>O post <a href="https://agenciamg.com.br/2026/04/16/operacao-tabernus/">Juiz de Fora: condenação de participantes de organização criminosa por corrupção e tráfico no sistema prisional</a> apareceu primeiro em <a href="https://agenciamg.com.br">Agência MG</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Justiça de Minas Gerais condenou policiais penais, servidores públicos e detentos por crimes como organização criminosa, corrupção e tráfico de drogas. A sentença, proferida em 9 de abril, refere-se a um esquema de entrada de itens ilícitos em uma unidade prisional de Juiz de Fora. A investigação apurou a participação de agentes públicos na facilitação das práticas criminosas.</p>
<p>O esquema envolvia a entrada de drogas, celulares e outros materiais proibidos no estabelecimento prisional. Detentos e familiares realizavam pagamentos de vantagens indevidas para viabilizar o ingresso desses itens. As investigações indicaram movimentação de valores incompatíveis com a renda declarada de alguns envolvidos.</p>
<p>Contas bancárias de terceiros foram utilizadas para ocultar e dissimular a origem ilícita dos recursos. A materialidade e a autoria dos crimes foram comprovadas por meio de interceptações telefônicas e quebras de sigilo bancário. Análises financeiras e depoimentos de presos, familiares e agentes públicos também contribuíram para as provas.</p>
<p>Oito envolvidos foram condenados a penas que variam de oito a dezenove anos de reclusão, em regime fechado. A Justiça determinou a perda do cargo público dos policiais penais condenados. Além disso, foi imposta a interdição para o exercício de função pública pelo prazo legal após o cumprimento da pena.</p>
<p>O juiz negou o direito de recorrer em liberdade aos réus que permaneceram presos durante a instrução processual. A mesma decisão se aplica aos réus que se encontram foragidos. A operação que levou às condenações foi denominada Tabernus.</p>
<p>A operação Tabernus foi deflagrada em junho de 2024 pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Juiz de Fora. A ação contou com a colaboração das Polícias Penal, Civil, Militar e Rodoviária Federal. Para mais informações sobre a operação, acesse a notícia do MPMG: <a href="https://www.mpmg.mp.br/portal/menu/comunicacao/noticias/operacao-tabernus-acao-para-desarticular-grupos-criminosos-responsaveis-por-corrupcao-e-trafico-de-drogas-em-unidades-prisionais-cumpre-mandados-em-mg-e-rj.shtml" target="_blank" rel="noopener">11/06/2024 &#8211; Operação Tabernus: ação para desarticular grupos criminosos responsáveis por corrupção e tráfico de drogas em unidades prisionais cumpre mandados em MG e RJ</a>.</p>
<p>O post <a href="https://agenciamg.com.br/2026/04/16/operacao-tabernus/">Juiz de Fora: condenação de participantes de organização criminosa por corrupção e tráfico no sistema prisional</a> apareceu primeiro em <a href="https://agenciamg.com.br">Agência MG</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://agenciamg.com.br/2026/04/16/operacao-tabernus/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>MPMG orienta Rio Casca a suspender colaborações em redes sociais entre perfis institucionais e de gestores</title>
		<link>https://agenciamg.com.br/2026/04/15/impessoalidade-publicidade-publica/</link>
					<comments>https://agenciamg.com.br/2026/04/15/impessoalidade-publicidade-publica/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação AgênciaMG]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 21:01:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[MPMG]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://agenciamg.com.br/2026/04/15/impessoalidade-publicidade-publica/</guid>

					<description><![CDATA[<p>MPMG recomenda a Rio Casca suspender "collabs" entre perfis institucionais e pessoais de gestores, visando a impessoalidade e evitando improbidade administrativa.</p>
<p>O post <a href="https://agenciamg.com.br/2026/04/15/impessoalidade-publicidade-publica/">MPMG orienta Rio Casca a suspender colaborações em redes sociais entre perfis institucionais e de gestores</a> apareceu primeiro em <a href="https://agenciamg.com.br">Agência MG</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria de Justiça de Rio Casca, emitiu uma Recomendação ao prefeito, secretários municipais e demais agentes do Poder Executivo de Rio Casca. A medida, expedida em 15 de abril, orienta a abstenção de publicações conjuntas (&#8220;collab&#8221;) entre perfis institucionais da Prefeitura e secretarias municipais e contas pessoais de gestores públicos na rede social Instagram.</p>
<p>A Recomendação é resultado de um Procedimento Administrativo que identificou o uso recorrente de publicações colaborativas. Essa prática, segundo o MPMG, pode gerar confusão entre a imagem institucional do ente público e a figura privada do agente político, conforme apurado pela Promotoria de Justiça de Rio Casca.</p>
<p>De acordo com o promotor de Justiça Guilherme Lincoln Rocha Pereira, a utilização de canais oficiais para impulsionar perfis pessoais ou promover a imagem de gestores afronta o princípio constitucional da impessoalidade. Ele afirma que tal prática configura desvio de finalidade, pois a publicidade dos atos governamentais deve ter caráter exclusivamente educativo, informativo ou de orientação social.</p>
<p>O MPMG ressalta que a manutenção dessas condutas pode caracterizar ato de improbidade administrativa. Isso ocorre especialmente quando a publicidade oficial é utilizada para enaltecer o agente público ou personalizar ações, programas, obras e serviços da administração, conforme detalhado na Recomendação.</p>
<p>Entre as providências recomendadas estão a suspensão imediata de publicações colaborativas entre perfis institucionais e contas pessoais de agentes públicos. Também é solicitada a adoção de linguagem e imagens nas redes oficiais que priorizem o caráter informativo e de orientação social, sem destaque excessivo à figura do gestor.</p>
<p>A Recomendação inclui a orientação formal à equipe de comunicação e aos agentes públicos sobre os limites constitucionais da publicidade institucional. Além disso, exige a exclusão, no prazo de dez dias, de todas as publicações colaborativas já existentes entre perfis oficiais e contas pessoais.</p>
<p>O prefeito de Rio Casca deve informar ao Ministério Público, em dez dias, se acatará a recomendação e quais providências foram adotadas. O MPMG alerta que o descumprimento pode resultar na adoção de medidas judiciais, incluindo a propositura de Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa.</p>
<p>Para acessar a Recomendação, <a href="https://www.mpmg.mp.br/data/files/CB/F2/00/B8/FC29D910142798D9BAA8F9C2/Rio%20Casca%20-%20recomendacao%20collab.pdf" target="_blank" rel="noopener">clique aqui</a>.</p>
<p>O post <a href="https://agenciamg.com.br/2026/04/15/impessoalidade-publicidade-publica/">MPMG orienta Rio Casca a suspender colaborações em redes sociais entre perfis institucionais e de gestores</a> apareceu primeiro em <a href="https://agenciamg.com.br">Agência MG</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://agenciamg.com.br/2026/04/15/impessoalidade-publicidade-publica/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>MPMG denuncia homem por maus-tratos a animal e posse ilegal de armas em Pará de Minas</title>
		<link>https://agenciamg.com.br/2026/04/15/maus-tratos-animal/</link>
					<comments>https://agenciamg.com.br/2026/04/15/maus-tratos-animal/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação AgênciaMG]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 19:01:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[MPMG]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://agenciamg.com.br/2026/04/15/maus-tratos-animal/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Homem denunciado por maus-tratos a animal com morte, disparo em local habitado e posse irregular de armas em Pará de Minas. Prisão preventiva decretada.</p>
<p>O post <a href="https://agenciamg.com.br/2026/04/15/maus-tratos-animal/">MPMG denuncia homem por maus-tratos a animal e posse ilegal de armas em Pará de Minas</a> apareceu primeiro em <a href="https://agenciamg.com.br">Agência MG</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) apresentou denúncia contra um homem em Pará de Minas, Centro-Oeste do estado. Os crimes imputados são maus-tratos a animal com resultado morte, disparo de arma de fogo em local habitado e posse irregular de armas e munições. A denúncia foi formalizada em 8 de abril.</p>
<p>A investigação apurou que, em 21 de março de 2026, o denunciado efetuou disparos contra uma cadela na garagem de sua residência, resultando na morte do animal. No mesmo contexto, ele realizou disparos em área habitada e mantinha armas, munições e acessórios em desacordo com a legislação vigente.</p>
<p>A Polícia Militar foi acionada após relatos de disparos no local, com informações de que o evento teria sido gravado em vídeo. Durante as diligências, um homem foi abordado próximo ao imóvel, transportando o animal já sem vida em uma caminhonete. O denunciado foi localizado no interior da residência.</p>
<p>No imóvel e em uma propriedade rural associada ao denunciado, foram apreendidas armas de fogo, grande quantidade de munições, estojos deflagrados, acessórios e equipamentos para recarga. Parte do material estava em compartimentos ocultos e não possuía registro legal.</p>
<p>Laudos periciais confirmaram que a morte do animal ocorreu devido a múltiplos disparos de arma de fogo. Foram identificados vestígios balísticos, perfurações compatíveis com projéteis e indícios de adulteração no local. A perícia audiovisual identificou imagens de um indivíduo efetuando disparos contra o cão.</p>
<p>O denunciado foi enquadrado no artigo 32, §§ 1º-A e 2º, da Lei nº 9.605/1998, e nos artigos 12 e 15 da Lei nº 10.826/2003, conforme o artigo 69 do Código Penal. O MPMG também solicitou a fixação de um valor mínimo para reparação dos danos morais coletivos.</p>
<p>Na mesma data da denúncia, o MPMG representou pela prisão preventiva do investigado. Em 13 de abril, a Vara Criminal de Pará de Minas decretou a prisão preventiva. A Justiça determinou o desmembramento do processo em relação ao outro homem envolvido.</p>
<p>Para o segundo homem, o MPMG solicitou a designação de audiência para um possível Acordo de Não Persecução Penal (ANPP). A prática imputada a ele é a do crime previsto no artigo 374, parágrafo único, do Código Penal, por auxiliar o autor da infração a evitar prisão, investigação ou responsabilização penal.</p>
<p>O processo relacionado a este caso é o de número 5001793-83.2026.8.13.0471.</p>
<p>O post <a href="https://agenciamg.com.br/2026/04/15/maus-tratos-animal/">MPMG denuncia homem por maus-tratos a animal e posse ilegal de armas em Pará de Minas</a> apareceu primeiro em <a href="https://agenciamg.com.br">Agência MG</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://agenciamg.com.br/2026/04/15/maus-tratos-animal/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
